• Dia 10 (14/03): AeroRio invade Universal

    Hoje foi um dia totalmente diferente. Embora eu estivesse convivendo por 9 dias com essas pessoas incríveis, essa foi uma das primeiras vezes que fizemos algo, pelo menos para mim, fora do AeroRio. Sim, às vezes fazíamos festas para comemorar uma ou outra conquista nossa, como quando ganhamos o SAE Brasil 2017, mas novamente o Aero foi o motivo que nos unia, puramente, o que nos fazia reunir. Agora íamos visitar o parque da Universal Studios todos juntos, para nos divertirmos juntos, era pura amizade (observe, claro, que as amizades já existiam há bastante tempo). E a melhor parte é que todos fomos. Eles nos disseram que no ano passado alguns ficaram, porque não queriam ir. Desta vez fomos todos. Seria caro, mas a experiência foi ótima.

    Nós acordamos cedo, mais ou menos 6:00. Dormimos tarde, mas pelo menos tínhamos certeza de que as coisas do Aero estavam praticamente prontas e guardadas. Nós poderíamos ficar até mais tarde em Orlando aproveitando. Claro, nós ainda tínhamos que guardar todas as nossas coisas e para alguns que compraram de tudo, espaço seria algo que sentiriam falta nos dias seguintes. Tudo até que nos organizamos bem.

    Uma coisa interessante, ou não, é que de vez em quando, como descrevi nos textos anteriores, fomos ao Wallmart para comprar comida para o jantar, ou para lanches e café da manhã. A questão é que, em geral, todos compraram muita comida nos anteriores. Em outras palavras, na despensa e na geladeira havia muitas coisas para comer e apenas dois cafés da manhã restavam. Até porque não íamos jantar ou almoçar em casa hoje. Então, o café da manhã de hoje foi bem servido. Todos liberaram suas coisas para o resto da equipe para esvaziar a despensa e a geladeira, não havia mais propriedade privada em termos de comida. Todos estavam se preparando e alguns usavam suas roupas novas para este dia. Nós decidimos ir em três carros, no Pizzaia, Larissa e Renan, poderiam dar uma pausa para o Lucas, que dirigiu muitas milhas (odeio essa unidade, por sinal) nos últimos dias. Eu fui no carro do Pizzaia. Giovanna estava passando músicas, estilos que Pizzaia não apreciava muito. Ele teve que ceder, estava dirigindo e tinha que estar atento ao volante e ao GPS. Mais uma vez foi difícil ficar acordado, mas apesar de ainda estar cansado, continuei a escrever o blog que foi uma das coisas que me ajudaram a ficar acordado. Fomos por uma estrada alternativa, longa, mas sem trânsito, pelo menos. Quando estávamos perto,  notou-se o número de pessoas que estavam visitando o mesmo parque que nós. Não ia ficar vazio, era o Spring break. Chegamos ao estacionamento e já sentíamos o quão caro era o ambiente. Pagar o estacionamento foi doloroso. Chegamos ao nosso estacionamento e nos encontramos com Renan. Larissa estava chegando. Então começamos a nos mudar para a entrada. Nós andamos e depois de uma longa fila, fomos através dos raios-X para entrar no complexo do parque. Juntos fomos para a bilheteria da Universal. A linha de compra para grupos era enorme, então decidimos passar pela linha individual que também era eterna, mas menor. Na fila, decidimos como faríamos para saber se estávamos em um grupo. O acordado é que cada um iria receber um número como identificação e ao mesmo tempo fazíamos uma lista de chamada. «Um, dois três …» e cada um gritava seu número, mostrando-se presente. Na fila funcionou, pelo menos. Às 9:00, finalmente chegamos para comprar os ingressos e novamente sentimos a dor em nossos bolsos, muitos já haviam gasto todos os seus dólares.

    Universal Studios Orlando Park - AeroRio

    Fomos com os tickets na mão e fomos até a entrada, com uma fila gigante de novo. Nós tiramos selfies como um grupo e esperamos, com risadas e conversas em todos os lugares. Quando passamos pela entrada, mostramos nossos ingressos e registramos nossas impressões digitais, porque poderíamos alugar armários para guardar coisas, enquanto íamos em alguma atração. Ao sair, reunimos todos e tentamos contar. «Um, dois, três …» E nada daí para frente. Para terem uma ideia, eu era o número 15 e nunca falei meu número o dia todo, o sistema era tão desfuncional e tão cômico e nunca funcionou, serviu como uma piada para o dia. Nós sempre interrompíamos aos 5. Como o Vidigal estava atento, contava o número de 19 pessoas de vez em quando.

    A primeira atração que decidimos ir foi a montanha-russa no parque. Fomos todos juntos, exceto Renan, que não era um grande fã dessas máquinas produtoras de adrenalina. Ficamos na fila por um longo tempo, pelo menos 1 hora. Estava quente, então não tivemos nenhum problema com o frio. Quando estávamos perto do fim da fila, os autofalantes avisaram que a atracção estava atrasada devido a dificuldades técnicas e meteorológicas. Decidimos deixar a fila, que esperamos em vão. Melhor aproveitar o tempo em outras atrações. Continuamos andando pelo parque em busca de outros entretenimentos. Nós fomos olhar em volta e depois de 30 minutos chegamos ao fim do parque e decidimos ir ao simulador MIB e depois aos Simpsons. Descobrimos que, se estivéssemos percorrendo a fila de single riders, a fila ficaria mais rápida, melhor para nós que queríamos visitar o maior número possível de atrações. Eram brinquedos divertidos e se mostraram bons brinquedos para começar.

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    Ao lado dos Simpsons, havia um desses desafios para ver quem bate mais forte com o martelo. Uma demonstração de força para a equipe do Crossfit. Foram Thiago, Marçano e Pablo. Marçano foi quem foi mais longe, mas não foi o suficiente para ganhar qualquer prêmio. Thiago e Pablo tentaram usar toda a sua experiência, mas isso não deu muito certo. Aquele que organizou o jogo até deu a Marçano uma oportunidade extra, mas novamente ele não alcançou a glória.

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    Continuamos a caminho da área de Harry Potter do parque. Tudo muito bem decorado e organizado. Depois de um tempo, fomos para o simulador de Harry Potter e foi bom, mas um tema é que, como você pode ver, eu estou usando muitas expressões como «um tempo», «Mais tarde», «em breve» e para cada expressão acrescente uma hora, 45 minutos, por aí. O bom é que passamos muito tempo conversando, o que era basicamente o objetivo de tudo isso, estar juntos e nos divertir juntos.

    Na saída, decidimos que, como muitos de nós estavam com fome, fomos comer e depois continuar o nosso caminho pelo parque. Fomos a um lugar próximo, meio italiano. Os pratos não eram espetaculares, mas eram bons o suficiente para saciar nossa fome. Comimos em grupos separados, até porque encontrar uma mesa para 19 pessoas não ia ser nada fácil. A refeição foi boa e depois de 30 minutos nós voltamos à caminhada em grupo.

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    Por aí perto, estava a montanha-russa/simulador da múmia. Nós fizemos a fila e novamente nos deu momentos engraçados. Depois de um tempo, estávamos andando e nos divertindo nas voltas e contra-voltas da montanha-russa. No final, vimos nossas fotos e precisamos de pelo menos 10 minutos para observar cuidadosamente todos os detalhes maravilhosos dessas fotos (ironia alert). Como nós rimos! Era cada cara engraçada e surpreendente. Nós não podíamos mais parar de rir.

    Continuamos a caminho da montanha russa que havíamos tentado antes. Desta vez fomos como um grupo, a fila demorou um pouco mais, mas estávamos indo juntos. Nós fomos em um bom momento da tarde. Pouco sol mas agradável para subir na montanha russa. Na fila, estávamos decidindo como nos organizaríamos nos assentos dos carros. Depois de muito tempo, subimos para os carros. Podíamos escolher uma música para ouvir no caminho, para adicionar uma imersão maior. Todos nós escolhemos a nossa e lá fomos para a adrenalina. Muito bom o passeio. A montanha-russa foi realmente incrível. Todos nós gritamos e tiramos em parte a angústia de toda a viagem. Nós levamos problemas e situações pela garganta. Foi terapêutico se é possível dizer isso. No final do passeio, nos encontramos embaixo e vimos as fotos e vídeos. Outra onda de risada generalizada. Nós choramos de tanto rir com o vídeo do Pablo. Suas reações foram muito boas. Aqueles momentos que todos nós rimos juntos e aproveitamos juntos foram os que eu também queria guardar por muito tempo.

    Saímos e encontramos Renan descansando no campo ao lado. Mostramos a ele o vídeo e ele também morreu de rir. Nós também descansamos um pouco lá, alguns estavam meio tonto da recente caminhada. Conversamos e depois de 15 minutos decidimos continuar nossa jornada. Fomos a outro simulador e na saída nos encontramos em frente ao lago principal do parque. Uma bela vista para tirar fotos. Nós tiramos individuais e em grupo. Marçano e eu dissemos que todas foram para fotos de perfil. E acabou que sim … elas renderam e muito, bom para Marçano e eu, os fotógrafos oficiais da equipe.

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    Naquela momento, um pequeno grupo decidiu voltar à montanha-russa, incluindo Petrus, Erik, Papa, Pizzaia, Vidigal, Matheus, Giovanna e eu. Nós queríamos sentir a adrenalina novamente. Foi também um bom momento do dia. O sol já estava se pondo e a vista era incrível.

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    Os outros foram para outro simulador porque queriam aproveitar todas as atrações. Enquanto nós oito continuamos na montanha russa, subindo de novo e de novo. Devemos ter ido umas três vezes mais. Na quarta seguida (quinta do dia) encontramos o resto do grupo que também decidiu vir e sem dúvida foi a melhor vez. Todos do AeroRio, ou bom, aqueles que quiseram ir, saímos nos últimos dois carros do dia. Já era noite e eram 8:30. Todos juntos gritando com as curvas e manobras da montanha-russa, que sensação incrível.

    Quando terminamos, não tivemos outra escolha senão sair. Quando voltamos, tiramos fotos à noite com o globo da Universal e depois tentamos comer no Hard Rock Café. Infelizmente, não havia lugar, nós teríamos que esperar por uma hora, então decidimos voltar a comer alguma coisa ao longo do caminho. Nós fomos para os carros e no caminho tiramos algumas fotos, muito cansados e um pouco atordoados de tantas vezes que nós subimos na montanha-russa.

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    Voltar foi um longo caminho. Eu tentei ficar acordado no carro de Renan, mas acabei cedendo à fadiga (desculpas Renan, o dia que eu tiver que dirigir, pode dormir à vontade) e a única coisa que eu vi desde que deixamos Universal foi o Burger King, quando chegamos. Comemos algo rápido porque queríamos voltar para casa para guardar nossas coisas.

    Neste último jantar juntos, notei pela primeira vez algo que se tornaria comum nos próximos dois dias. A convivência eo ambiente tornou-se levemente pesada. Ainda por cima, para melhorar o ambiente, a comida não era boa e Larissa tinha ficado no carro dormindo e descansando porque tinha dirigido muito nos últimos dias, era realmente difícil dirigir em um carro diferente, em um lugar diferente e com a responsabilidade de levar todos nós e as nossas coisas, muita de coragem Larissa, assim como Pizzaia, Lucas e Renan. Enquanto isso, tudo em silêncio. Eu olhei para os lados e todos estavam meio cabisbaixos. Com os rostos sérios e um pouco tristes, notou-se que a todos lhes havia caído a ficha de que a viagem estava prestes a acabar e que, embora ainda nos íamos encontrar todos os dias na PUC e que ainda passássemos mais dois dias juntos, o sentimento de fim chegou. É claro que as amizades e a união que conseguimos construir levarão muito tempo para desaparecer (espero que nunca na realidade), mas as coisas mudariam um pouco, a rotina nos pesa e nos distancia. O bom é que somos AeroRio e rotina é algo difícil de conseguir.

    Nós voltamos para a casa e começamos a arrumar as coisas. Para alguns como eu não havia muito problema, eu não carregava muito mais do que tinha. Para outros, era difícil e precisaram pedir ajuda e espaço dos outros para fechar suas malas. Exemplos não dizer, mas vou apenas mencionar que havia 6 litros de shampoo, um compressor de tamanho pequeno, uma coleção de vários, três drones (o quê diria a Alfândega no Brasil) e uma bolsa grande de GAP perdida (e sem dono até o dia seguinte) envolvidos. Proprietários que se identifiquem mais tarde (ou não).

    Eu preparei minhas coisas e guardei coisas do Aero até às 2:00, outros ficaram acordados, porque o trabalho de fechar a mala era mais complicado. Deixei tudo organizado para amanhã, porque ia ser um longo dia e corrido. Também, o check-out era às 11:00, então teríamos que sair da casa mais ou menos como nós a recebemos. O último dia de férias em Lakeland acabou e amanhã tínhamos toda a viagem de volta ao Rio que ainda tinha muito a nos reservar. Vamos ver o que acontece.

  • Día 10 (14/03): AeroRio invade Universal

    Hoy fue un día totalmente diferente. Aunque estuviera conviviendo por 9 días con estas personas increíbles, esta era una de las primeras veces que hacíamos algo, por lo menos para mí, fuera de AeroRio. Sí, a veces hacíamos unas fiestitas para celebrar una que otra, como cuando ganamos el SAE Brasil 2017, pero nuevamente Aero era el motivo que nos unía, lo que nos hacía reunir. Ahora íbamos a visitar el parque de Universal Studios todos juntos, para divertirnos juntos, era por pura amistad (observen, claro, que las amistades ya venían de hace tiempo). Y lo mejor es que íbamos todos. Nos contaron que el año pasado unos se quedaron, porque no querían ir. Esta vez estábamos todos. Iba a ser caro, pero la experiencia era genial.

    Nos despertamos temprano, como unas 6:00. Dormimos tarde, pero por lo menos teníamos la seguridad que las cosas de Aero estaban practicamente listas y guardadas. Podríamos quedarnos hasta tarde en Orlando aprovechando. Claro, todavía teníamos que guardar todas nuestras cosas y para algunos que se habían comprado de todo en los outlets espacio es lo que iba a faltar para los días siguientes. Todos hasta que nos habíamos organizado bastante.

    Una cosa interesante, o no, es que a cada tanto, como describí en los textos anteriores, íbamos a Wallmart a comprar comida para la cena, o para meriendas y desayunos. El tema es que en general todos habían comprado demasiada comida para los días que restaban. O sea, en la despensa y en la heladera había muchas cosas para comer y sólo restaban dos desayunos. Hasta porque no íbamos a cenar ni almorzar en la casa hoy. Así que el desayuno de hoy fue bien servido. Todos liberaron para el resto del equipo sus cosas para poder ir vaciando la despensa y heladera, no había más propriedad privada en los términos de comida. Todos se iban preparando y algunos lucían sus ropas nuevas para este día. Decidimos ir en tres autos, en el de Pizzaia, Larissa y Renan, le vendría bien un descanso a Lucas, que manejó muchos kilómetros los ultimos días. Fui en el auto de Pizzaia. Giovanna iba pasando musica, estilos de los cuales Pizzaia no era muy apreciador. Tuvo que ceder, estaba manejando y tenía que estar atento al volante y al GPS. Otra vez fue dificil mantenerse despiertos, pero aunque seguía cansado, continué escribiendo el blog que era una de las cosas que me ayudaba a estar despierto. Fuimos por un camino alternativo, largo pero sin tráfico, por lo menos. Cuando nos acercamos se notaba la cantidad de personas que iban a visitar el mismo parque que nosotros. No iba a estar vacío, era época de Spring break. Llegamos al estacionamiento y ya sentíamos cuan caro era el ambiente. Pagar el estacionamiento fue doloroso. Llegamos al nuestro espacio para estacionar y nos reunimos con Renan. Larissa estaba por llegar. Así que nos empezamos a desplazar para la entrada. Caminamos y después de mucha fila pasamos por los rayos-X para entrar al complejo de los parques. Juntos fuimos hasta la boletería de Universal. La fila para grupos era gigante, así que decidimos pasar por la fila individual que también era eterna, pero menor. En la fila decidíamos como íbamos hacer para saber si estábamos en grupo. Lo acordado es que cada uno iba a recibir un número como identificación y a cada tanto hacíamos un check list. «Uno, dos tres,…» y cada uno gritaba su numero, mostrandose presente. En la fila funcionaba, por lo menos. A las 9:00, finalmente llegábamos para comprar los tickets y otra vez sentimos el dolor en los nuestros bolsillos, muchos ya se habían gastado todos sus dólares.

    Universal Studios Orlando Park - AeroRio

    Pasamos con los tickets en manos y fuimos hacia la entrada, con fila gigante otra vez. Sacamos selfies en grupo y esperábamos, con risas y conversas por doquier. Al pasar por la entrada, mostramos nuestros tickets y registramos nuestras huellas digitales, porque podíamos alquilar lockers para guardar las cosas, mientras íbamos en alguna atracción. Al salir, juntamos a todos y tratamos de hacer el conteo. «Uno, dos, tres…» Y nada de ahí en delante. Para que tengan una idea, yo era el número 15 y nunca lo dije en todo el día, sistema era muy gracioso y nunca funcionó, nos sirvió como anécdota para el día. Siempre interrumpíamos en el 5 como mucho. Cómo Vidigal estaba atento, iba contando a cada tanto el número 19 de personas.

    La primer atracción que decidimos ir era la montaña rusa del parque. Fuimos todos juntos, menos Renan que no era muy fan de estas máquinas productoras de adrenalina. Estuvimos en la fila por mucho tiempo, por lo menos 1 hora. Hacía calor, así que no tuvimos problema con frío. Cuando estábamos a poco del fin de la fila, por los parlantes avisaron que la atracción se estaba retrasando por dificuldades técnicas y meteorologicas. Decidimos salir de la fila, mismo que hubiésemos esperado en vano. Mejor aprovechar el tiempo en otras atracciones. Seguimos caminando por el parqueen búsqueda de otras diversiones. Fuimos mirando todo y a los 30 minutos llegamos al fin del parque y decidimos ir al simulador de MIB y después el de los Simpsons. Descubrimos que si íbamos por la fila de single rider la fila andaba más rapido, mejor para nosotros que queríamos visitar el maximo de atracciones posible. Fueron divertidos y se mostraron buenos juguetes para empezar.

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    Al lado de los Simpsons había uno de esos desafíos para ver quien pega más fuerte con el martillo. Una demostración de fuerza para los de Crossfit del equipo. Para la primera vez fueron Thiago, Marçano y Pablo. Marçano fue el que había llegado más lejos, pero no era lo suficiente para ganar cualquier premio. Thiago y Pablo trataron de usar toda su experiencia, pero no les rindió mucho. El que organizaba el juego hasta le dió una oportunidad extra a Marçano, pero nuevamente no logró la gloria.

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    Continuamos camino hacia la zona de Harry Potter del parque. Todo muy bien ambientado y organizado. Al rato, fuimos al simulador de Harry Potter y estuvo bueno, pero un tema es que como pueden observar, estoy usando muchas expresiones del tipo: «Al rato», «Después», «en seguida», y para cada expresión agreguen una hora, 45 minutos, por ahí. Lo bueno es que pasábamos mucho tiempo conversando, que en gran parte era el objetivo de todo esto, estar juntos y divertirnos juntos.

    El simulador Harry Potter era realmente bueno. A la salida decidimos que como muchos estaban con hambre que fuéramos a comer y después siguiéramos camino por el parque. Fuimos a un lugar cerca, medio italiano. Los platos no eran espectaculares pero eran buenos lo suficiente para sacar nuestra hambre. Comimos en grupos separados, hasta porque para encontrar una mesa para 19 personas no iba a ser del todo facil. Comimos rico y a los 30 minutos estábamos de vuelta caminando en grupo.

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    Cerca de ahí, estaba la montaña rusa/simulador de la Momia. Hicimos la fila y otra vez nos rindió momentos graciosos. Al rato, estábamos andando y divirtiendonos en la vueltas y contra vueltas de la montaña rusa. Al final, vimos las nuestras fotos y necesitamos por lo menos unos 10 minutos para observar con cautela todos los detalles maravillosos de esas fotos (ironía alert). Cómo nos reímos!! Era cada cara graciosa y sorprendente. No podíamos más de la risa.

    Seguimos camino hacia la montaña rusa que habíamos tratado de ir antes. Esta vez fuimos en grupo, la fila tardó un poco más pero íbamos ir juntos. Fuimos en un buen momento de la tarde. Poco sol pero lindo para andar en la montaña rusa. En la fila, íbamos decidiendo como nos íbamos a organizar en los asientos del carro. Después de un largo rato subíamos a los carros. Podíamos eligir una música para escuchar en trayecto, para agregar una imersión mayor. Todos eligimos las nuestras y ahí fuimos hacia la adrenalina. Muy bueno paseo. La montaña rusa era realmente increíble. Todos gritamos y sacamos en parte la angustia de todo el viaje. Sacamos los problemas y las situaciones por la garganta. Fue terapéutico si se puede decir así. Al terminar el paseo nos encontramos abajo y vimos las fotos y videos. Otra ola de risas generalizada. Lloramos de tanto reír con el video de Pablo. Sus reacciones eran muy buenas. Esos momentos que todos reíamos juntos y aprovechando eran los que también quería guardar por mucho tiempo.

    Salimos y encontramos a Renan que descansaba en el campo de al lado. Le mostramos el video y también se moría de reír. También descansamos un poco ahí, algunos estaban medio mareados del reciente paseo. Conversamos y a los 15 minutos decidimos continuar la nuestra ida. Fuimos a otro simulador y a la salida nos encontramos en frente al lago principal del parque. Una linda vista para sacar fotos. Sacamos individuales y en grupo. Marçano y yo deciamos que iban todas para las fotos de perfil. Y terminó que si… rindieron y mucho las fotos.

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    En ese momento un grupito decidió volver a la montaña rusa incluyendo a Petrus, Papa, Pizzaia, Vidigal, Matheus, Giovanna y yo. Queríamos volver a sentir la adrenalina. Además era un momento del día lindo. El sol ya se estaba poniendo y resultó que la vista era increíble.

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    Los otros fueron a otro simulador querían aprovechar todas las atracciones. Mientras que nosotros siete seguimos en la montaña rusa, subiendo una y otra vez. Debemos haber ido unas tres veces más. En la cuarta seguida (quinta vez del día) encontramos al resto del grupo que también decidió venir y sin dudas fue la mejor. Todo AeroRio, o bueno, los que quisieron ir, salimos en los dos ultimos carros del día. Ya era de noche y eran las 20:30. Todos juntos gritando con las vueltas y maniobras de la montaña rusa, que sensación genial.

    Al terminar, no teníamos otra que sino salir. Al volver sacamos fotos de noche con el globo de Universal y después tratamos de ir a comer al Hard Rock Café. Desafortunadamente, no había lugar, habría que esperar por una hora, así que decidimos volver para comer algo en el camino. Fuimos a los autos y en camino sacamos algunas fotos, muy cansados y un poco mareados de tantas veces que anduvimos en la montaña rusa.

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    Volver fue un camino largo. Yo traté de quedarme despierto en el auto de Renan, pero terminé cediendo a la fadiga del cuerpo (disculpas Renan, el día que tenga que manejar piedes dormir lo que quieras) y la única cosa que vi desde que salimos de Unovera fue el Burger King cuando llegamos. Comimos algo rapido porque queríamos volver a la casa para guardar nuestras cosas.

    En esta ultima cena juntos noté por primera vez algo que se haría común en los proximos dos días. La convivencia se hizo levemente pesada. Encima, la comida no estaba buena y Larissa se había quedado en el auto durmiendo porque manejar la desgastaba mucho, era realmente dificil manejar en un auto diferente, en un lugar diferente y con la responsabilidad de cargar a todos nosotros y nuestras cosas, mucho coraje de Larissa, bien como de Pizzaia, Lucas y Renan. Mientras tanto todos en silencio. Miraba para los lados y estaban casi todos cabisbajos. Con los rostros serios y un poco entristecidos, se notaba que a todos se les había caído la ficha de que el viaje se terminaba y de que aunque todavía ibamos a encontrarnos todos los días y de que todavía iríamos pasar dos días mas juntos, la sensación de fin vino. Claro, las amistades y la unión que logramos construir va a tardar muchísimo en deshacerse (espero que nunca en realidad) pero las cosas cambiarían un poco, la rutina nos pesa y nos distancia. Lo bueno es que somos AeroRio y rutina es algo difícil de conseguir.

    Volvimos a la casa y empezamos a empacar las cosas. Para algunos como yo no hubo mucho problema, no llevaba muchas cosas más. Para otros, les fue dificil y tuvieron que recorrer a la ayuda y espacio de otros para poder cerrar sus valijas. No digo ejemplos pero sólo voy mencionar que había 6 litros de shampoo, un compresor de tamaño mediano (sí, no estoy jugando), tres drones y una bolsa grande de GAP perdida (y sin dueño hasta el siguiente día) para despachar. Los dueños que se identifiquen después (o no).

    Yo preparé mis cosas y estuve guardando cosas de Aero hasta las 2:00, otros se quedaron despiertos directo, porque su trabajo de cerrar la valija era mas complicado. Dejé todo organizado para mañana, porque iba a ser un día largo y corrido. Además el check out era a las 11:00 así que tendríamos que dejar la casa más o menos como la recibimos. El ultimo día de vacaciones en Lakeland se terminaba y mañana se venía toda la movida de vuelta a Río que todavía nos tenía mucho que reservar. Vamos ver lo que pasa.

  • Dia 9 (13/03): Noite estranha em Tampa

    Hoje foi um dia de passeio novamente. Na verdade, dizer dia é difícil. Nós começamos bem tarde. Como ficamos acordados até tarde na casa nos divertindo, jogando bilhar, à bola, alguns até aproveitaram a piscina, mesmo congelada e parcialmente limpa, acordamos muito tarde. Eu, pelo menos, dormi pouco, mas como eu era a única pessoa que estava acordada, fiquei limpando e organizando a casa um pouco, pelo menos no andar de baixo, que estava um pouco desorganizado nos últimos dias. Me ajudou a passar o tempo e eu tomei café da manhã tranquilamente e esperei que todos acordassem. Enquanto isso, Eduardo acordou e também selecionamos algumas fotos para colocar nas redes sociais do Aero. Essa parte da equipe é muito importante, porque nos ajuda a ganhar visibilidade e talvez conseguir novos patrocinadores. Então Larissa também veio e continuaram escrevendo o texto para mostrar oficialmente nossos resultados. O tempo passava e mais pessoas iam acordando. Como não havia um plano concreto, todos estavam organizados de acordo com seus tempos. Era meio-dia, quando um grupo decidiu ir a Orlando para ir ao shopping. Pablo, Thiago e Eduardo estavam procurando alguns drones para comprar, então eles já tinham o plano de compra. Outros também foram ao shopping para ver o que poderia haver. Como não havia planos em particular, por volta das 13 horas, decidi tirar algumas fotos no terreno do outro lado da rua. Eram fotos para demonstração e de agradecimento para os nossos patrocinadores. É a nossa maneira de expor suas marcas. Com a ajuda de Giovanna e Matheus, montamos as fotos e as tiramos. Como nós as íamos postar nas redes, tinham que ser boas. O tempo passou rapidamente e o grupo quase inteiro resolveu ir para Orlando. Eu queria continuar nas fotos e como o Lucas estava indo para Tampa, aproveitei o fato de que estava atrasado e continuei na minha atividade. Além disso, eu poderia conhecer Tampa, eu não conhecia, e eu não sentia a vontade de voltar para Orlando novamente.

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    Às 15, mais ou menos 1 hora depois que os outros saíram, Lucas nos chamou e nós guardamos tudo rápido dentro da casa e partimos para Tampa. Nós não éramos muitos. Lucas, Petrus, Matheus, Giovanna e eu fomos para Tampa. Agora chega um momento em que não tenho capacidade de descrever o que os outros fizeram, bem capaz de perder muitos detalhes se eu tentasse, então vou lhes contar nossa viagem a Tampa, mais como uma maneira de continuar nossa história.

    A viagem não foi tão curta quanto para Orlando. Tampa é uma hora e vinte da casa. Então eu aproveitei a viagem para escrever as notas do blog, porque eu estava muito atrasado com os dias. Estávamos conversando e até li algumas seções dos textos que escrevi. Eles gostaram, e bem, agora eles estão aqui para que todos possam apreciá-los. Foi uma viagem muito tranquila e aproveitamos as vistas ao longo do caminho para discutir várias coisas sobre a nossa ida a Tampa. Quando chegamos a Tampa, que eu realmente gostei, uma cidade mais bonita que Orlando e com o mar por perto, algo que não víamos desde que chegamos. O dia foi espetacular. Céu ensolarado e claro.

    Fomos a um shopping de Tampa, mas para aqueles que tinham alto poder aquisitivo. Do lado de fora podia-se ver isso. Os carros de baixo nível eram Mustangs. Façam suas opiniões. Então, quando estacionou, Lucas quis me mostrar como o carro estacionava sozinho. E para mostrar o quanto ele confiava no carro, ele decidiu fazer isso ao lado de um Mustang. Apertou os botões e o carro começou a manobrar freneticamente, girando o volante com toda velocidade e abruptamente. Houve um momento em que o carro estava de ré, e estava indo na direção do Mustang e por muito pouco não bateu naquele carro. Felizmente, Lucas apertou o freio, caso contrário, teríamos deixado a nossa marca em Tampa. Como rimos! As reações de todos foram muito divertidas e Giovanna filmou todo o movimento frenético do carro. Era impressionante, estacionou simetricamente e precisamente.

    Saímos do carro e fomos ao shopping. Quando chegamos, decidimos fazer a mesma coisa ontem e nos encontrar no local marcado às 18h30. Duas horas e meia para ir às compras. Nós nos separamos menos Matheus e eu. Mais uma vez fomos fazer compras «com os olhos», fazer atividade turística. O shopping era muito moderno e muito elegante. Nós passamos por lojas que apenas entrássemos provavelmente teríamos que pagar, como a da Tesla que mostrava dois de seus carros elétricos incríveis. Matheus e eu vimos com todos os detalhes os dois carros impressionantes. Nós tivemos tempo. Depois continuamos andando e passamos pelo centro comercial. Já era hora, então decidimos voltar. Nada de Petrus, Lucas e Giovanna. Esperamos por meia hora até decidirmos dar mais algumas voltas, porque certamente demoraria mais. Matheus até foi comer, porque até então não tínhamos almoçado. Acontece que apenas às 20 estávamos reunidos. Matheus e eu já conhecíamos o shopping como a palma das nossas mãos… Voltamos para o carro e fomos para um lugar próximo para comprar ferramentas e também para uma Target que Giovanna queria ir.

    Chegamos e nos separamos em dois grupos: Lucas, Petrus e Matheus foram para as ferramentas e Giovanna e eu passamos um tempo na Target. Então fomos visitar a loja gigante e vimos todos os produtos, de tanto tempo que Lucas, Petrus e Matheus ficaram nas ferramentas. Em uma hora e meia, decidimos sair e esperar o outro grupo que disseram que estavam prestes a sair. Estava frio lá fora e esperamos uns 20 minutos, conversamos sobre a Patagônia e suas maravilhas, pelo menos passamos algum tempo lá, no frio e no vento. Nós não poderíamos entrar na loja que eles estavam, porque já estava fechada, , então não havia outra senão esperar do lado de fora. Quando chegaram, descarregaram as coisas no carro, Lucas até comprou um compressor, que nem ele sabia colocar dentro da mala. Veríamos mais tarde, que colocar as coisas nas malas é um capítulo à parte.

    Lucas, Petrus e Matheus também queriam ir na Target, mas não havia muito tempo para ir, porque ia fechar. Como era perto, Lucas estacionou e os três foram para Target, enquanto Giovanna e eu ficamos no carro. Já havíamos visitado por uma hora e meia, não era necessário ir de novo, acredito eu. Nós ouvimos música e eu mostrei Jorge Drexler, porque eles (pessoal do Aero) sempre brincavam com a música latina, mas na realidade eles não conheciam quase nada a respeito. Nada como Drexler para introduzir nossa música. Depois de um tempo, Matheus chegou, seguido por Petrus e Lucas. A Target fechava quando eles já estavam dentro, então eles não tiveram muito tempo para visitar as instalações.

    Decidimos comer em um lugar próximo, ainda não tínhamos almoçado e já eram 10:30 da noite. Então Giovanna procurou na Internet por um lugar para comer pizza nas proximidades e encontrou um Papa John’s a cerca de 5 minutos de onde estávamos. No caminho passamos por algumas ruas estranhas, que não é suficiente para descrever a área. Não era um lugar muito agradável para andar com um carro branco, praticamente 0 km de luxo. O lugar que Giovanna encontrou primeiro não nos deixou comer por dentro, era apenas para entregas. Assim, nós seguimos a avenida e achamos outro lugar, também meio inóspito mas nós poderíamos comer dentro. Saímos do carro e fomos rapidamente para o local. Nós escolhemos dividir os quatro. Matheus tinha comido, então ele não queria comer conosco. O homem que nos atendeu era muito simpatico, mas os clientes que vieram não eram. Era como uma daquelas cenas de filmes norte-americanos, durante a noite em uma loja remota, meio que uma cena de filme policial e nós riamos com essas comparações. Como eram engraçadas essas situações que passamos naquela noite. Até deixamos nossa marca AeroRio na parede, com nosso Instagram. A parede tinha giz para escrever mensagens de clientes. Talvez alguém de Tampa nos seguisse e conhecesse nossas histórias e projetos.

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    Em um mundo longínquo talvez nos acompanhem

    Nós terminamos de comer e saímos a passos rápidos de Tampa que era totalmente diferente daquela que nós conhecemos durante o dia. A viagem de volta foi longa e estávamos todos muito cansados, nada que as músicas e conversas não resolvessem. Nós fomos rápido, queríamos estar na casa o mais rápido possível. Nós queríamos dormir e ajudar a embalar as coisas do avião porque amanhã ia ser dia de parque e nos iria consumir o dia inteiro, melhor que preparássemos a maioria das coisas, principalmente as do Aero porque na quinta-feira e voltaríamos ao Brasil.

    Quando chegamos à casa, quase todos estavam acordados. Eles já haviam desmontado os aviões e já estavam guardando quase tudo nas caixas. Thiago, por sua vez, tentava aprender a voar com seu drone recém-adquirido. Lendo o manual rapidamente e no meio da sala, Thiago colocou na mesa de centro da sala ao lado da cozinha. Todos nós que estávamos acordados paramos para ver a situação de Thiago e sua criatura. Que engraçado! Nós rimos alto, por tudo que ele tentou fazer. E foi … Não podia nem levantar voo. Lucas decidiu intervir e pediu a Thiago para ver se ele poderia experimentar. De repente, eles descobriram como os motores ligavam e as hélices estavam se movendo em um ritmo lento, mas estava pronto para voar. Para ter um pouco de contexto, havia um conjunto de cartas do Uno na mesa e o Vidigal estava meio acordado na poltrona, praticamente dormindo. De repente, Lucas colocou potência nos motores e em alguns momentos levantou voo. Os segundos depois foram misturados com nervos porque o novo drone de Thiago mesmo que fosse mais barato no Brasil, ainda é um brinquedo caro, com risadas para todas as partes. Quando decolou, o drone começou a se desviar de sua posição inicial e se aproximava do móvel ao lado que tinha a TV e algumas prateleiras. Alguns gritaram: «Parouu, parouuu!» Simultaneamente, as cartas de Uno voavam para todas partes e só criaram uma situação cada vez mais cômica. Em segundos, o drone atingiu os móveis e bateu violentamente contra a parede. As hélices bateram e o drone caiu no chão. Foi muito difícil parar de rir. Até Thiago, o dono do drone, submeteu-se ao riso generalizado. O bom é que tudo está documentado em um vídeo gravado pela Giovanna. Nós não poderíamos perder essa situação. Thiago pegou seu drone e o analisou, era como se estivesse novo e nada tinha acontecido com ele. A parede, por sua vez, sofreu um pouco mais. Jin desculpas pela parede, mas nada comparado a todos os problemas que você nos criou. Thiago, de uma maneira sensata, pelo menos, decidiu fazer outro teste do lado de fora. As risadas continuaram e o Thiago até decidiu tirar fotos nossas. Ao voar, Thiago disse que havia esquecido o cartão de memória, outro motivo de risada. Nós vimos e vimos o vídeo do acidente uma e outra vez e não conseguíamos parar de rir.

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    Era tarde, como 1:00 ou 2:00 e nós só fomos dormir às 3:00 da manhã organizando as coisas e conversando. Amanhã, decidimos ir à Universal Studios para aproveitar o último dia de folga desta viagem. Nós íamos acordar cedo, por volta das 6:00, porque o parque estaria cheio e queríamos aproveitar ao máximo o dia. Então fomos dormir e descansar o que pudemos. Outro dia de diversão garantida viria, principalmente, porque estávamos todos juntos como sempre, ia ser caro, mas se estivéssemos juntos, tudo sempre valeria a pena.

  • Día 9 (13/03): La noche rara en Tampa

    El día de hoy fue día de paseo nuevamente. En realidad, decir día es difícil. Empezamos bien tarde. Cómo nos habíamos quedado hasta muy tarde en la casa divirtiendonos, jugando billar, la pelota, algunos hasta aprovecharon la pileta, mismo que helada y parcialmente limpia, nos despertamos muy tarde. Yo, por lo menos, dormí poco pero como era el unico despierto, estuve limpiando y organizando un poco la casa, por lo menos el piso de abajo, que estaba un tanto cuanto desorganizado de los ultimos días. Me ayudó a pasar el tiempo y desayuné tranquilamente y esperé a que todos se despertaran. Mientras tanto, Eduardo se despertaba y también seleccionamos algunas fotos para poner en las redes sociales de Aero. Esa parte del equipo es muy importante, porque nos ayuda a ganar visibilidad y tal vez conseguir nuevos auspiciantes. Así que también vino Larissa y estuvieron escribiendo el texto para mostrar oficialmente los nuestros resultados. El tiempo iba pasando y más personas se iban despertando. Como no había ningún plan en concreto, todos se iban organizando a sus tiempos. Era como el mediodía, cuando un grupo decidió ir a Orlando para ir al shopping. Pablo, Thiago y Eduardo buscaban unos drones para comprar así que ya tenían su plan de compras. Otros también iban al shopping para ver lo que podría haber. Como no había planes en concreto, más o menos por las 13 decidí hacer unas fotos en el terreno del otro lado de la calle. Eran fotos más para demostración y para agradecimientos para nuestros auspiciantes. Es la nuestra manera de exponer sus marcas. Con la ayuda de Giovanna y Matheus, armamos las fotos y fuimos sacando. Después las íbamos a postar en las redes, así que tenían que estar buenas. El tiempo pasó rapido y el grupo casi entero, decidió irse a Orlando. Yo quería continuar en las fotos y como Lucas iba ir a Tampa, aproveché que estaba atrasado y seguí en mi actividad. Además, podría conocer a Tampa, no conocía, y no tenía ganas de volver a Orlando otra vez.

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    A las 15, más o menos 1 hora después que los otros salieran, Lucas nos reunió y sacamos todo rapido para dentro de casa y salimos hacia Tampa. No éramos muchos. Lucas, Petrus, Matheus, Giovanna y yo éramos los que íbamos a Tampa. Ahora se viene un momento del cual no tengo capacidad de describir lo que los otros hicieron, bien capaz de perder muchos detalles si lo tratara, así que voy a contarles la nuestra ida a Tampa, más como una manera de poder continuar el nuestro relato.

    El viaje no era muy corto como para Orlando. Tampa queda a una hora y veinte de la casa. Así que yo aproveché el viaje para escribir las notas del blog, porque estaba muy atrasado con los días. Íbamos conversando y hasta les leí unos tramos de los textos que había escrito. Les gustó, y bueno, ahora están aquí para que todos los puedan disfrutar. fue un viaje muy tranquilo y aprovechamos las vistas del camino para comentar varias cosas sobre la nuestra ida a Tampa. Cuando llegábamos a Tampa, que me gustó realmente, una ciudad más linda que Orlando y con el mar cerca, algo que no veíamos desde que llegamos. El día estaba espectacular. Soleado y el cielo despejado.

    Fuimos a un shopping de Tampa, pero para los que tenían poder aquisitivo alto. Ya de afuera se notaba eso. Los autos de bajo nivel eran Mustangs. Hagan sus pareceres. Entonces, al estacionar Lucas me quiso mostrar cómo el auto estacionaba solo. Y para mostrar lo cuanto confiaba en el auto, decidió hacerlo al lado de un Mustang. Apretó los botones y el auto empezó a maniobrar freneticamente, girando el volante solo a toda velocidad y bruscamente. Hubo un momento que el auto iba de marcha trás, y iba en dirección al Mustang y por muy poco no golpeaba en ese auto. Suerte que Lucas apretó el freno, sino hubiéramos dejado nuestra marca en Tampa. Como nos reíamos. Las reacciones de todos eran muy graciosas y Giovanna filmó toda la movimentación frenética del auto. Era impresionante, estacionó simétrico y preciso.

    Salimos del auto y fuimos al shopping. Al llegar, decidimos hacer lo mismo de ayer y encontrarnos en el lugar marcado a las 18:30. Dos horas y media para recorrer el shopping. Nos fuimos separando menos Matheus y yo. Otra vez estábamos para recorrer el shopping, para hacer actividad de turistas. El shopping era muy moderno y muy elegante. Pasamos por locales que apenas entrar era probable que tendríamos que pagar, como el de Tesla que mostraba dos de sus autos increíbles eléctricos. Matheus y yo vimso con todos los detalles los dos autos impresionantes. Teníamos tiempo. Después continuamos paseando y dimos la vuelta entera al shopping. Ya era la hora, así que decidimos volver. Nada de Petrus, Lucas y Giovanna. Esperamos por una media hora hasta que decidimos dar unas vueltas más, porque seguro que iban a tardar más. Matheus hasta fue a comer, porque hasta ahí no habíamos almorzado. Resultó que apenas a las 20 nos reencontrábamos. Volvíamos al auto y fuimos hasta un lugar cerca para comprar herramientas y también a una Target que Giovanna quería ir.

    Llegamos y nos separamos en dos grupos: Lucas, Petrus y Matheus fueron a las herramientas y Giovanna y yo fuimos a pasar el tiempo en Target. Así que fuimos a recorrer el local gigante y vimos todos los productos, de tanto tiempo que estuvieron Lucas, Petrus y Matheus en lo de las herramientas. A la una hora y media, decidimos salir y esperar a los chicos que decían que estaban por salir. Afuera hacía frío y nos quedamos esperando como unos 20 minutos, hablamos de Patagonia y sus maravillas, por lo menos pasamos el tiempo ahí. Nosotros no podíamos entrar en el local, porque ya estaba cerrado, así que no hubo otra sino esperar afuera. Cuando llegaron descargaron las cosas en el auto, incluso Lucas había comprado un compresor, que ni el sabía como ponerlo dentro de la valija. Veríamos después, lo de poner las cosas en la valija es un capitulo a parte.

    Lucas, Petrus y Matheus también querían ir a Target, pero no había mucho tiempo para recorrerlo, porque iba a cerrar. Como era al lado, Lucas estacionó y los tres fueron a Target, mientrar Giovanna y yo nos quedamos en el auto. Ya habíamos visitado por una hora y media, no era necesario ir otra vez. Escuchamos musica y le mostré a Jorge Drexler, porque siempre me cargan de la musica latina, pero en realidad no la conocen de verdad. Nada como Drexler para introducirle nuestra musica. Al rato, llegó Matheus y en seguida Petrus y Lucas. Se cerró Target así que no tuvieron mucho tiempo para recorrer el local.

    Decidimos ir a comer a un lugar cerca, todavía no habíamos almorzado y ya eran las 22:30. Así que Giovanna buscó en internet un lugar para comer pizza cerca y encontró a una Domino’s a unos 5 minutos de auto de donde estábamos. En el camino pasamos por unas calles raras, eso es poco para describir la zona. No era un lugar muy agradable para andar con un auto blaco, praticamente 0 km de lujo. El lugar que Giovanna encontró primero, no nos dejaba comer adentro, era apenas delivery. Así que seguimos la avenida y encontramos otro lugar, también medio inóspito pero podíamos comer adentro. Dejamos el auto afuera y entramos rapido al local. Eligimos para dividir los cuatro. Matheus había comido, así que no quiso comer con nosotros. El señor que nos atendió era muy simpatico, pero los clientes que entraron no lo eran. Era como una de esas escenas de películas americanas, durante la noche en un local alejado, medio mezclado con videojuegos como GTA y con esas comparaciones nos reíamos como nunca.Cómo nos reímos con esas situaciones que pasamos esa noche. Hasta dejamos nuestra  marca de AeroRio en la pared, con el nuestro Instagram. La pared tenía unas tizas para escribir mensajes de los clientes. Tal vez alguien de Tampa nos seguía y conocía nuestras historias y proyectos.

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    Terminamos de comer y salimos a pasos rapidos de Tampa que era totalmente diferente de la que conocimos de día. El viaje de vuelta era largo y estábamos todos muy cansados, nada que las musicas y conversas no resolvieran. Fuimos rapido, queríamos estar en la casa lo mas rpaido posible. Queríamos dormir y ayudar a empacar las cosas del avión porque mañana iba a ser día de parque y nos iba a consumir el día entero, mejor que ya preparáramos la mayoría de las cosas, principalmente lo de Aero porque el jueves ya volvíamos a Brasil.

    Cuando llegamos a la casa, casi todos estaban despiertos. Ya habían desarmado los aviones y ya estaban guardando casi todo en las cajas. Thiago a su vez estuvo tratando de aprender a volar con su recién adquirido drone. Leyendo el manual rapido y en el medio del living, Thiago lo puso en la mesa de centro del living de al lado de la cocina. Todos que estábamos despiertos paramos para ver la situación de Thiago y su creatura. Qué gracioso!!! Nos reíamos a carcajadas, para cada cosa que trataba de hacer. Y lo era… No conseguía ni levantar vuelo. Lucas decidió intervenir y le pidió a Thiago para ver si lo podía probar. De repente descubrieron como se prendían los motores y las helices se movían a ritmo lento, pero estaba listo para volar. Para que tengan un poco de contexto, había un set de cartas de Uno en la mesa y Vidigal estaba semi despierto en el sillón, practicamente durmiendo. De repente, Lucas le metió fuerza a los motores y en instantes levantó vuelo. Los segundos después estaban mezclados de nervios para que el nuevo drone de Thiago, era más barato que en Brasil, pero todavía es un juguete caro y de risas para todas partes. Cuando levantó vuelo, el drone comenzó a desviarse de su posición inicial y fue acercandose al mueble que tenía la tele y algunos estantes. Algunos gritaban: «Para, Para!». Simultanemente, las cartas de Uno se revolaban por todas partes y sólo creaba una situación cada vez más cómica. En segundos el drone pegó en el mueble y chocó violentamente contra la pared. Las helices golpearon y el drone se cayó al piso. Era muy dificil parar de reirse. Hasta Thiago, el dueño del drone, se sometió a la risa generalizada. Lo bueno es que esta todo documentado en un video grabado por Giovanna. Esa situación no la podíamos perder. Thiago agarró su drone y lo analizó, estaba como nuevo, nada le había pasado. La pared a su vez sufrió un poco más. Jin disculpas por la pared, pero nada comparado a todos los problemas que nos creaste. Thiago, de manera sensata, como mínimo, decidió hacer otra prueba afuera. Las risas apenas continuaron y encima sacó fotos. Cuando volaba Thiago dijo que se había olvidado de la tarjeta de memoria. Vimos y vimos el video del choque una y otra vez y nos conseguíamos para de reirnos.

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    Era tarde, como la 1:00 o 2:00 y apenas nos fuimos a dormir a las 3:00 organizando las cosas y conversando. Para mañana habían decidido ir a Universal Studios para aprovechar el ultimo día libre de este viaje. Íbamos a despertanos temprano, unas 6:00, porque el parque seguro que estaba lleno y queríamos aprovechar el día al maximo. Así que fuimos a dormir y descansar lo que podíamos. Vendría más otro día de diversión segura, principalmente, porque íbamos todos juntos como siempre, iba a salirnos caro, pero si estábamos juntos, todo siempre valía la pena.

     

  • Dia 7 (11/03): Fechando os trabalhos

    Depois de vários dias de trabalho (na verdade meses, desde novembro estamos neste projeto), a EAST chega ao fim no último dia de vôo. Nas classes Micro e Regular, a competição já havia sido definida para muitos, mas na Advanced isso não era um ponto em comum, ao contrário, as duas equipes disputavam pela competição EAST 2018. Os resultados do dia anterior nos permitiram estar mais ou menos perto da Geórgia, mas longe o suficiente de Cincinnati para nos manter em segundo lugar. Então, seria um dia de estratégia, seguindo os passos da Geórgia e talvez partir para um tudo ou nada.

    Mesmo que eu tivesse dormido apenas uma hora, o que era muito curto, senti-me ligeiramente melhor com a fadiga. Melhor dormir uma hora do que nada … O bom é que mais uma vez estava pronto e eu só precisava tomar café da manhã. Hoje a movida foi um pouco mais organizada. Mais ou menos saímos todos juntos às 5:10. No carro que estava indo, Renan, Thiago, Giovanna e eu, estávamos mais ou menos acordados, se é que você pode dizer isso. Giovanna nos colocou um pouco de música «tranquila» para ela, para que ficássemos acordados, mas era muito difícil manter os olhos abertos. A viagem foi longa e estava escuro. Quando chegamos, o portão para o acampamento EAST estava fechado. Nós tínhamos chegado antes de todos. Impressionante. Nós estávamos esperando por aproximadamente 10 minutos quando um homem da organização chegou. Com suas milhares de chaves, ele abriu o cadeado e consequentemente o portão. Tudo vazio e escuro. Não havia uma alma viva. Renan dirigiu até o ponto em que estávamos ontem e estacionou o carro. Os outros ainda não haviam chegado, então não havia escolha a não ser esperar. Ficar acordado no carro parado era muito difícil. Giovanna colocou o volume ao máximo para ver se ficávamos acordados. Isso não ajudou, então decidi abrir a porta do carro e dar uma volta ou andar em círculos. Lá fora estava frio e muito úmido e com o silêncio, a música do carro era a única coisa que se ouvia nos arredores. Do nada o senhor da organização aparece e pergunta: «Are you partying?» Claro que, com um tom de super engraçado e era bom na manhã fria que iríamos rir e relaxar, já que o dia seria longo.

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    Depois de um tempo, Pizzaia, Larissa e Lucas chegaram. Eles estacionaram os carros e começamos a tirar as coisas e montar o avião. Estava tudo escuro. Cada um com a lanterna do celular iluminou o caminho à sua frente. Ou seja, todas as condições meteorológicas possíveis (frio, humidade e escuro) para o AeroRio funcionar. Realmente, é muito amor para o time, porque é sofrido fazer parte (note minha ironia). O tempo estava passando e o AR18 estava tomando forma. O dia começou a clarear e o frio estava recuando. Por volta das 8 horas, as rodadas de voo começaram. Nós decidimos ir testar o motor. Mais uma vez, Pablo ligou as 13.000 RPM e mostrou que estava pronto para mais um dia de guerra.

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    Voltamos para a tenda e preparamos todo o procedimento de voo para iniciar nossa primeira rodada da Advanced. O ambiente de hoje foi muito diferente do de ontem. Muito mais festivo e menos sério. Muitas equipes não disputavam mais posições e ficaram observando outros projetos ou se divertindo com o grupo. Nós não… Nós estávamos concentrados como nunca antes. Era a nossa oportunidade.

    Com o avião pronto, saímos mais uma vez com todo o cuidado para a fila de voo. Nós, como sempre, tentamos novamente ir antes da Geórgia. Os nervos estavam à flor da pele. A chance de ir mais longe estava a nosso favor e muitas pessoas na competição nos seguiram, porque poderíamos nos mostrar como uma das melhores equipes de Aerodesign do mundo. Além disso, já com o resultado que tivemos, éramos os melhores latino-americanos de toda a competição, em todas as classes. As pessoas nos parabenizavam e nos desejavam boa sorte. Era uma equipe para a torcida. Poderíamos ser capazes de ganhar um título super importante com Larissa na frente, uma jovem mulher liderando uma equipe de engenharia aeronáutica Latino-Americana. Que orgulho! Vamos AeroRio, o Dream Team da Aerodesign.

    Hoje o clima também nos favoreceu. O frio foi substituído por um sol dourado e quente. O vento estava calmo e conseguimos tirar nossas jaquetas e nossos casacos. Ostentando a nova camisa cinza do Aero, fomos todos iguais, pelo menos no torço, mostrando força e esperança para a equipe do Brasil, do Rio de Janeiro. Depois de um tempo, o AR18 levantou vôo e saiu na direção de uma nova rodada de voos. Com pouco vento, a decolagem foi rápida e simples. Mais de uma vez, estávamos voando por Lakeland pela quinta vez. O avião, mais rápido que nunca. Impressionante como ele conseguiu atravessar todo o campo em questão de segundos. Renan e Lucas estavam dando instruções para Pablo, que dirigiu com toda a atenção para alinhar com o alvo. E com toda a graça, os pacotes voaram em direção ao alvo. Resultado incrível! 3 cargas na Zona 2 e uma na Zona 3. Pontaria incrível. Com essa configuração, conseguimos uma pontuação muito boa. Nós colávamos na Geórgia. Agora dependíamos deles para poder esperar a próxima rodada. Eu, Vivi, Vidigal e Petrus decidimos voltar para a tenda, em seguida à inspeção pós-voo. Para mim, pelo menos, eu não gostava de assistir os lances de nossos adversários diretos, como é o caso da Geórgia, que a sorte e técnica definisse o resultado, é claro que todos nós queríamos vencer, mas pelo menos fosse no que sabíamos fazer melhor. Os outros, já que estavam sentados nas cadeiras de frente para a pista, olharam para o voo. Quando cheguei na tenda tirei algumas fotos e conversamos sobre as peripécias desta competição. O tempo passou e aos 15 minutos chegou o resto da equipe, com rostos contidos com uma óbvia enorme felicidade. Eles tentaram esconder a emoção, mas é claro que o resultado da Geórgia foi realmente sem precedentes. Mais uma vez a eletrônica não os favoreceu. A bandeira vermelha impediu-os de marcar e com isso chegamos à Geórgia com 8 pontos de diferença. Os erros (ou não) de ontem foram diluídos e as expectativas reapareceram das cinzas. Era possível.

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    Agora, vinha o momento pelo qual todos estudamos ontem à noite. O que aconteceria? A diferença era pequena e tudo podia acontecer. Tudo dependia de um dos outros. Foi um momento em que a engenharia dava lugar à uma estratégia pura. As duas equipes já haviam demonstrado que sabiam voar e do que eram capazes. Nosso avião era mais confiável, mas o deles era mais preciso. Sabíamos que, se estivessem voando bem, as chances de acertar o alvo eram extremamente altas, mas estávamos carregando mais peso, por isso, se tivéssemos os resultados que estávamos tendo, era quase certo que vencêssemos. Era a sexta rodada, a rodada do «Tudo ou nada». As únicas posições indefinidas eram as das duas equipes. Então, houve uma decisão a ser tomada: voar com a mesma configuração de sempre ou arriscar e adicionar dois pacotes humanitários, com também mais carga estática. Até procuramos as equipes brasileiras para pedir blocos de aço ou tungstênio, porque os que tínhamos não eram suficientes. Nós pensamos nisso por pelo menos uma hora. Tudo com idéias mil. Chegamos, por um momento, a pensar em como posicionar as novas cargas estáticas, mas o tempo passou e tivemos que decidir o mais rápido possível, a próxima rodada ia começar e ainda não tínhamos o avião pronto.

    Após cerca de 20 minutos de brainstorming, vimos um movimento estranho. Um jovem com uma camisa polo passou olhando, na realidade estava olhando fixamente o que estávamos fazendo, sem qualquer discrição, e depois de um tempo olhamos para ele, ele saiu, andando em um ritmo acelerado, praticamente correndo na direção da tenda da Geórgia. Claro, foi um dos da Geórgia que veio nos espionar para ver qual seria a configuração escolhida pela nossa equipe. Obviamente, com o que ele olhou, ele podia entender que íamos preencher nosso avião de peso. Ele nos deixou um pouco expostos, porque nossa estratégia não era mais um segredo. Foi quando pensamos, «e se os fizemos acreditar que decidimos carregar muito peso», mas na realidade estávamos indo no que confiávamos. Não arriscaríamos a uma estratégia que nunca havíamos tentado ou usado. Nós fomos como sempre e a sorte teria que estar conosco. Nós até fizemos um disfarce para o avião, para que eles não pudessem ver o que realmente decidimos fazer. Então, nós preparamos o avião como de costume. Enquanto esperávamos a próxima rodada de voo, os da Geórgia foram com o avião para a parte de trás do campo para testar o motor. Embora muito estável e bastante confiável, seu motor não era muito potente, então eles estavam em perigo de não ter empuxo quando era hora de decolar, foi bom que eles fizessem um último teste antes de voar. Marçano, Matheus e eu éramos encarregados de fazer um pequeno teatro e também tentar ver a configuração que eles usariam. Aparentemente, eles estavam pesados.

    Quando os vimos passando para testar o motor, decidimos ir para a fila de voo. Nós tínhamos que ir antes, como sempre. Então, mais uma vez estávamos todos juntos com o avião para nos prepararmos para um último voo, para fechar nossos trabalhos. Com todos na fila, descemos o avião e esperamos que o AR18 voasse mais uma vez para Lakeland. Foi um momento emocional, devo admitir. Muito mesmo. Estávamos com a sensação de que poderíamos fazê-lo, mas ao mesmo tempo sentíamos que estávamos comprometidos puramente com a sorte. Nós dependíamos de nós e da Geórgia. Alguns eram muito otimistas e já comemoravam a vitória (claro que, nesses momentos, ser um otimista é realmente muito corajoso) e outros como eu, nos sentíamos um tanto incrédulos com o que estava por vir. Como eu sempre digo, «que venha o que tenha que vir». Mas não me lembro de quem havia começado, num piscar de olhos, a abraçar todos, levando a uma onda de abraços generalizada do AeroRio. Não desejando sorte, ou com um objetivo específico, mas foi um momento em que estávamos todos juntos, unidos e mais do que nunca compartilhando um momento, independentemente do resultado futuro, foi um instante que deveríamos guardá-lo para a história. Foi o que nos definiu, o que as pessoas gostavam em nossa equipe quando olhavam para nós, nossa união e nossa forte amizade. As outras equipes esboçavam seriedade, todas iguais em suas roupas e sempre com posturas retas e imparciais. Nós não. A única coisa comum em todos nós era a camiseta e nossa paixão pelo Aerodesign. Nós cantávamos músicas no meio da competição. Nós riamos alto, apesar de ser muito cedo e estar tão cansados. Nós nos abraçávamos e sempre fomos em todos os lugares como um grupo. Talvez seja a nossa cultura latino-americana, mais unida e mais festiva que as outras que nos rodearam, mas acredito e suponho que seja a AeroRio. Essa equipe incrível nos torna diferentes e tão unidos. Esta equipe não é apenas engenharia e estudos, mas pelos amigos, pelos pais de nossos amigos e por todos que nos amaram. Foi realmente um dos momentos que mais guardei durante todos estes dias e agradeço a todos da AeroRio por esse momento.

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    Um fato relevante para toda essa tensão é que no domingo, muitas famílias e pessoas que não pertenciam ao Aerodesign diretamente estavam presentes para esse momento especial. É por isso que muitas pessoas ficaram impressionadas com nossa equipe, felizes com nossas atitudes positivas e menos formais. Também estava quente que nós realmente não esperamos. Sentar nas cadeiras ao sol não era fácil. Do frio ao calor como nada. Sempre nos extremos, no modo hard, sempre brincando conosco.

    Depois desse breve momento de emoção, nossa equipe de pista preparou-se para o procedimento deles já executado milhares de vezes e o restante foi ao local habitual para tirar fotos e filmar, do que poderia acontecer. Estávamos todos muito tensos e era difícil assistir a um momento desses. Aos 5 minutos, ouvimos o NovaRossi pronto para cortar o ar de Lakeland e, em seguida, o AR18 estava voando calmamente, como sempre, em direção ao alvo. Tudo pronto e bem alinhado ao comando de Pablo, jogando as cargas. Nós estávamos de mãos dadas desde que o avião decolou e quando vimos os pacotes caindo em direção ao alvo, tivemos uma surpresa infeliz: tudo fora da Zona 4, ou seja, apenas puntuamos as cargas que estávamos carregando. Realmente não foi o resultado que esperávamos e não nos favoreceu. Assim que o AR18 pousou, pelos autofalantes, a organização anunciou que eles fariam uma rodada adicional de voo sem precedentes. Teríamos 7 vôos, algo inédito na SAE EAST, que costumava fazer no máximo 5 rodadas. Isso nos trouxe esperança, mas o resultado deste último vôo nos deixou um pouco impotentes, mas ainda havia chances. Depois de um tempo, a Geórgia também decolou. Com o avião tão pesado, era muito difícil controlá-lo. Houve momentos na primeira curva que parecia que não ia conseguir altura. Foi muito lento. Parecia que o motor poderia parar a qualquer momento. Gradualmente, no entanto, subiu e se alinhou com o alvo. Jogaram seus pacotes e conseguiram quatro na Zona 4 e 2 foram perdidos com o impacto. O resultado foi próximo ao nosso, mas eles nos superaram na pontuação, não muito. Então as esperanças continuaram. Era uma tensão que não terminava mais.

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    Como a organização ainda tinha que fazer a premiação, a próxima rodada aconteceu muito rápido. Muitas equipes já haviam saído e outras simplesmente relaxavam e aproveitavam o momento. Apenas algumas equipes de Micro e Regular voaram. Decidimos voar com a mesma configuração de sempre, então voltamos e preparamos o avião muito rápido. Era a última vez que voamos, definitivamente. Então, todos juntos, novamente e com as esperanças ainda presentes. A pontuação nos separava ainda de 16 pontos, mas no Aerodesign nada pode ser previsto. Todos para suas posições, e o AR18 estava voando pela última vez nos Estados Unidos. Uma enorme felicidade vê-lo voar 17 vezes desde que foi construído. Aquele avião é espetacular. Vê-lo como se fosse a primeira vez, com uma enorme emoção. Cada vez que decolava, sabia que voltaria inteiro, porque nunca nos desapontou. Pensar que há alguns meses não tínhamos nada e agora estávamos fechando nosso projeto com um último voo. Juntos nós assistimos o último voo. Neste último, decidi não fotografar ou filmar o AR18 como fiz nas outras vezes. Eu queria ter essa visão incrível até o último segundo. Essa visão é tão incrível. Tanto trabalho foi refletido naquele «pequeno» de 4 metros. Há alguns dias, era um conjunto de peças separadas e agora encerramos nossa participação nesta competição. Ele decolou e como sempre alinhado com o alvo e de repente jogou as cargas com muita antecedência, é claro, tudo fora da Zona 4. Perdemos novamente a chance de ganhar. Depois vimos que tivemos um problema com a eletrônica ou com o sistema de lançamento que lançamos os pacotes muito antes. A Geórgia também voou pela última vez, e fechou a competição da melhor maneira, com 6 cargas na Zona 1, pontaria impressionante. Realmente mereceu o título, disputado, mas bem merecido.

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    Durante esse ultimo voo da Georgia, não tínhamos mais nada para fazer. Nós tínhamos feito todo o possível em nossas mãos. Todos, exceto eu, ficaram para assistir ao último voo da SAE Aerodesign East 2018. Eu estava admirando e tirando fotos do nosso AR18. Era incrível, eu sei que eu disse isso milhares de vezes, mas era lindo e nosso, muito orgulho. Foram cerca de 10 minutos admirando o avião e refletindo sobre tudo o que havia acontecido. Foi lá que eu deixei cair a ficha de que havíamos conseguido uma conquista gigante! Segundos em uma competição internacional, competindo de frente com uma das melhores universidades do mundo, com muito mais recursos e tempo do que nós. É claro que, tendo vencido, teríamos gostado mais, mas conseguimos conquistar tanto em tão pouco tempo e com tantas dificuldades. Passamos por brigas internas, pela desistência de membros, por um avião que caiu em teste, pela longa viagem do Rio e pela casa de Jin. Tudo tinha acontecido conosco e nós o superamos até chegarmos aqui. Nós fomos por tudo e assim foi.

    Quando a Geórgia confirmou o título, o primeiro que veio para a tenda foi Eduardo, uma das pessoas pelas quais eu tenho mais respeito (apesar de respeitar todos incrivelmente como nunca) e admiração. Ele nos ajudou muito nas decisões e nos momentos difíceis da equipe e esteve sempre presente, apesar de ter tantos deveres e trabalhos, ele também assumia a identidade do AeroRio. Muito sensato e calmo também compartilhou minha visão assim que chegou. Conversamos por um tempo e ficamos muito felizes com nossa conversa, valorizamos o que conquistamos. Os outros voltaram e sentaram-se, claramente em seus respectivos momentos de reflexão. Era importante… Nós não poderíamos deixar esse momento de pensamento interior passar. Quando terminamos nossa conversa, muito frutífera, levantamos o ânimo da equipe e começamos a abraçar e parabenizar a todos. Enquanto todos recebiam aquele abraço, meu e Do Eduardo, eles fizeram o mesmo, até que todos nos cumprimentamos. Foi muito bom! Ficamos todos felizes, mas mais do que isso, aliviados por ter acabado, o estresse se esfumava e havíamos encerrado os trabalhos da SAE EAST 2018.

    Claro, o dia ainda tinha muito a nos dar. Após o final da competição, chegou a hora de mídias. Fotos e vídeos para todas as partes. E nós nos aproveitamos muito disso. Cerca de 10 minutos do nosso tempo de reflexão, todas as equipes foram chamadas pela organização para a pista. Foi o momento da foto com todas as equipes. Nós pegamos o avião com menos cuidado do que o normal, mas com muito amor, porque voou muito e fez muito por nós, era o nosso trabalho. Fomos todos juntos para a pista e nos alinhamos. Todas as equipes estavam quase do ponta a ponta da pista, é claro que muitas já haviam saído, mas a grande maioria estava lá. A organização então tirou uma foto panorâmica (por quê ???) e um cinegrafista fez um vídeo passando pelas equipes ao longo da pista. Lá as fotos da organização foram encerradas. Daqui a pouco tiínhamos a cerimônia de premiação, então aproveitamos o fato de a pista estar livre e tiramos todas as fotos que pudemos. Tiramos uma foto com a única equipe brasileira que permaneceu, a Aerofeg e depois fizemos a nossa, com todas as poses que pudemos pensar. Nós até demoramos demais, eles nos chamaram para liberar a pista. Foi muito bom, rimos com todas as fotos que tiramos. Foi um primeiro momento de descontração. E nós tiramos todas as câmeras. Lili e eu tiramos as individuais, Renan foi com sua GoPro para algumas do grupo. Fotos que certamente iriam para todas as redes sociais.

    Nós saímos correndo para fora da pista. Voltamos para a tenda e rapidamente saímos porque a cerimônia estava prestes a começar. A cerimônia aconteceu em outra tenda, especialmente montada para a situação. Quando chegamos já havia muitas pessoas. Muitas paradas aguardando o início do momento final da competição. Nós claramente éramos quase os últimos. Ficamos atrás de todos, mas como a grande maioria estava sentada, podíamos ver toda a cerimônia bem. A organização começou com um bom discurso sobre a arte da engenharia, como todos nós sempre fomos capazes de trazer novas coisas e novas idéias para a competição. Foi também um discurso dos juízes da Lockheed Martin e um pouco interessante, mas sempre tendendo a clichês. Depois houve os agradecimentos a todos, incluindo os voluntários que ajudaram e muito na organização de um evento como esse. Foi muito bom, devo admitir que existem muitas deficiências estruturais, mas é um evento criativo, harmônico e mais do que tudo unificador.

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    Após longos 20 minutos, a cerimônia de premiação, efetiva começou. Eles iriam passar por todas as classes Micro, Regular e finalmente Advanced. Cada classe recebeu os seguintes prêmios: primeiro, segundo e terceiro lugar em apresentação, relatório, overall e como da missão em específico. Foi um longo momento e conversamos enquanto eles chamavam as equipes de todas as classes. Rimos em certos momentos sobre como iríamos quando recebêssemos nossos prêmios. Para cada prêmio, havia uma medalha para cada membro. No entanto, se a equipe recebesse dois primeiros lugares, por exemplo, receberia apenas uma medalha. Fizemos as contas e, com os resultados do fim de semana, ganhamos quatro prêmios. Segundo lugar na geral. Primeiro na apresentação (apresentação realmente era de ouro), Segundo Lugar Humanitarian Package on target (o prêmio em nossa categoria, tendo sido a segunda melhor equipe a acertar o alvo) e terceiro lugar no Relatório Técnico. Foi impecável. Nós voltávamos para casa com quatro prêmios nas costas, três medalhas. Foi para se orgulhar. Enquanto esperávamos pelo nosso, as outras equipes iam saindo quando recebiam seus prêmios. Em geral, as equipes latino-americanas foram bem nas outras categorias. A Venezuela teve uma EAST muito boa na Micro. E as equipes brasileiras também foram muito bem no prêmio de Apresentação das outras categorias. Aparentemente, somos muito bons nisso e usamos bem o pacote do Office (brincadeira, vai muito além disso).

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    Então foi a vex do Advanced. Primeiro relatório. Nós fomos os primeiros a serem chamados. Nós gritamos! «AAAHHHH!» As outras equipes fizeram não emitiam sons e nós gritávamos, pulávamos e trouxemos essa imagem positiva e tão forte que passamos durante a competição. Como grupo, fomos para a frente da tenda e formamos a fila para receber as medalhas. Os juízes felicitaram-nos e estenderam as mãos para cumprimentar «Well done, guys«, «Good job«, disseram eles ao mesmo tempo, e à medida que passávamos, um dos juízes nos dava a medalha de terceiro lugar e depois a penduramos no pescoço, orgulhosos do trabalho no relatório. Quando todos receberam suas medalhas, nos reunimos porque a organização tirava fotos do grupo, mostrando nossas bandeiras e a do Brasil. Foi um momento de consagração. E esse não foi o único, voltamos três vezes mais. E os outros três momentos foram tão emocionantes quanto o primeiro. As outras equipes da Advanced não emitiam um som e, toda vez que nos chamavam, gritávamos como se fosse a última vez. «AeroRio» e nós «WOOOOWWW». A atmosfera se incendiava e os sorrisos das pessoas se abriam porque compartilhavam a mesma felicidade que nós, o olhar de que eles sabiam que estávamos realmente felizes e orgulhosos daquele momento único. Depois, recebemos o prêmio da Apresentação, Prêmio de Thiago e Vidigal, seguido do de Geral e depois do de Humanitarian Package on Target Award. Os juízes ficaram impressionados e nos diziam «You again, guys? Congratulations! «

    Terminou aquele momento de grande alegria e mostrando as três medalhas, além de todas as placas representando o prêmio. Voltamos à nossa tenda para guardar tudo e encerrar a SAE EAST definitivamente. No caminho de volta, o único barulho que, além de alguma risada de alguém, se ouviu foi o tilintar das nossas medalhas no pescoço e que ruído feliz, mas muito desconfortável para aqueles que nos rodeavam. Foi o barulho da vitória, da felicidade e do orgulho pela nossa conquista.

    Nós chegamos e começamos a desmontar o avião para colocá-lo e levá-lo pela última vez dentro do carro do Pizzaia. Uma coisa que tivemos que fazer foi doar o combustível para uma equipe, a de Cedarville, que estava perto de nós. Nós não poderíamos levá-lo na viagem de volta, então seria melhor que alguém o usasse. Trocamos perguntas e ideias sobre o projeto. Eles também eram da Advanced e estavam muito felizes por terem competido conosco e por termos feito frente à Geórgia. Sem dúvida as conversas com as outras equipes sempre foram frutíferas e sempre nos trouxeram algo novo, outra das grandes vantagens dessas competições, aprendendo com pessoas de todo o mundo.

    Depois de guardar tudo e colocar as coisas dentro dos carros, entramos dentro dos carros e seguimos para a casa. Eu estava no carro da Larissa e todos que estavam lá olharam as nossas medalhas e as placas com um sorriso de ponta a ponta e conversávamos sobre os nossos momentos na competição. No caminho de volta, paramos na Harbor Freight Tools, onde fizemos uma compra de ferramentas para renovar o equipamento e obter novas ferramentas que não tínhamos no Rio, e que não poderíamos conseguir lá. Ficamos por uma hora e meia observando e analisando, quando todos pagaram e decidimos voltar e parar em Five Guys para comer e celebrar nossas conquistas. Estava tudo tranquilo, principalmente agora que o estresse da competição estava desaparecendo e só restavam as lembranças positivas e todas as situações que tivemos.

    A estrada de volta para a casa era longa, havia trânsito, mas a felicidade nos tomou como nunca antes. É claro que o cansaço se acumulou por muitos dias e nós estávamos mortos. A maioria dormia nos carros, outros ficavam acordados acompanhando e conversando com os motoristas para mantê-los acordados. Quando chegamos em casa, depois de uma viagem tão longa, alguns foram tomar banho, outros descansar e alguns fomos jogar bola, uma «altinha». Foi muito divertido, acabamos descobrindo que realmente éramos melhores construindo aviões que jogando bola, porque se fosse o caso estaríamos perdidos. Depois ficamos por umas duas horas lançando a nossa recém comprada bola de futebol americano (Erik, Thiago, Pizzaia, Manoel, Matheus e eu), na rua do condominio da nossa casa, enquanto um grupo tinha ido sair para visitar a Nike Store. Enquanto jogávamos, conversávamos sobre a competição brasileira que estava por vir e sobre a equipe em si, o tempo passou voando. Depois que voltamos de jogar, o Thiago, Erik e eu ficamos conversando e refletindo sobre o futuro da equipe e o que aconteceu, coisas que podiam realmente podiam definir nosso destino como equipe. A conversa foi boa, mas estava ficando tarde e eu chegou um momento em que nem conseguia formular as frases de tanta fadiga acumulada. Eu adormeci sentado. Então eu fui para o meu quarto e fui para a cama apenas para acordar no dia seguinte, enquanto que alguns ficaram até mais tarde também conversando e celebrando tudo que aconteceu.

    Bem, daqui a história da competição é finalizada. A SAE EAST 2018 acabou e só voltamos na quinta-feira, então temos três dias de folga e diversão. Aqueles que quiserem continuar nos acompanhando, sejam livres e curtam nossas aventuras nos próximos dias. Mas, a AeroRio e o AR18 encerram suas atividade hoje até o dia do nosso retorno. Claro, a AeroFamilia ainda está presente e continuará se divertindo e aproveitando o tempo JUNTOS.