• Dia 4 (08/03): Construção e descanso
    O dia começou digamos, un tanto quanto esportivo. Às 9:00, vários já estávamos acordados e já tínhamos comido o café da manhã. Estávamos portanto eu, Vidigal, Erik, Manoel, Eduardo e Thiago relaxando na sala de estar e toda uma procissão aparece descendo as escadas em roupas esportivas. Giovanna, Bruna, Vivi, Lili, Papa, Matheus, Marçano e Petrus decidiram fazer uma corrida no condominio de Hampton Lakes. Eles estavam de jejum, então tivemos um breve momento de agitação, seguido de um silêncio novamente, quando eles saíram.
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    Felizes, mas morrendo de frio… (acredito eu)

    Quando eles voltaram, eles tomaram café da manhã e voltamos à rotina, e discutimos novamente as mensagens que Jin nos enviou, agora aparentemente ele havia despedido seu gestor da casa, o Marcel desconhecido (isso, que estávamos a apenas um dia na casa). Um tal de Rob foi colocado em seu lugar e ele veio esta manhã para ver os muitos problemas que a casa tinha. Um homem caucasiano alto com cabelo raso e cinza bateu na porta e nos fez uma visita surpresa. Seu rosto mostrou apenas uma coisa: surpresa e indignação. A casa era realmente uma bagunça. Ele tirou fotos de todas as problemáticas da casa, que eram difíceis de passar despercebidas. Após a visita de Rob, decidimos continuar trabalhando nos aviões enquanto era possível. Estávamos definindo o alinhamento, ajustes gerais, testes nos servos e outras atividades de melhoria dos AR18.

    Nós decidimos não visitar a palestra sobre os furacões, queríamos nos concentrar nos aviões, e não queríamos desgastar nossos motoristas, porque os próximos dias seriam muito cansativos e todos precisariam ser 100% de seus físicos (ou quase isso). Larissa, por sua vez, decidiu ir com Eduardo novamente para procurar o combustível, e os resultados mostraram ser muito bem sucedidos, eles conseguiram comprar hélices e outros itens que seriam importantes nos próximos dias.

    Saímos para comer e fomos para o Denny’s. Situação indelicada que passamos, pode ser dito. Nada legal, na verdade. A comitiva chegou em massa no restaurante às 3:00 da tarde. A garçonete nos olhou de maneira estranha porque nós éramos milhares. Com uma ligeira falta de comunicação, a garçonete não nos entendeu e nós a corrigimos e, com certeza, ela deve ter ficado irritada. Desde então, ela nos tratou mal e até mesmo ofendeu a Papa, e levou a que ele, Pizzaia, Manoel, Giovanna, Matheus, Erik e Petrus não quisessem ficar e ir ao Burger King ao lado. Nós, o resto, ficamos para comer no Denny’s, meio ressentidos porque não sabíamos se nos continuariam a nos tratar bem, mas não era o caso e até que comemos muito bem.

    Após o almoço, fizemos umas compras à tarde. Muitos queriam ir a Ross e se afundar em suas milhares de promoções incríveis, outros, como eu, ficaram apenas para acompanhar e assistir.

    Realmente foi para aproveitar, os preços eram loucos. Então nós passamos um bom tempo caminhando pelo lugar. Thiago e Vidigal decidiram voltar para a casa para treinar e fazer os ajustes finais na apresentação que fazia parte da competição. O resto continuamos a explorar as lojas até às 19:00h. Nós atravessamos o frio, mas em pequenos grupos fomos visitando as lojas, olhando coisas interessantes, que nunca encontraríamos no Brasil. Alguns foram de carro, mas outros caminharam com o vento nos rostos, como era meu caso, Giovanna, Marçano e Manoel. Às 7:00 p.m., nos reunimos e fomos para os carros. Renan, Lili, Larissa e Vivi foram em busca de Pablo que finalmente chegou em Orlando, para que possamos reunir toda a equipe, os 19 e finalmente ter um piloto.

    Com todas as compras feitas, voltamos para a casa e ajudamos Vidigal e Thiago a fazer o último ajuste para nos slides. Um grupo jantou uma macarronada, entre eles Giovanna, Bruna, Marçano, Petrus e Marçano. Os outros jantamos umas pizzas, que por sinal estavam muito boas. Com uma versão quase final da apresentação e com Pablo já em casa, reunimos todos na sala de estar e os da Team Apresentação fizeram uma versão oficial, com erros mínimos, mas fáceis de resolvê-los rapidamente. Tivemos a aprovação de todos e a confiança de que seria excelente. Os dois apresentadores foram dormir, eles precisavam de horas de sono. O resto de nós trabalhamos no avião porque a competição se aproximava. Amanhã é o Dia da Inspeção, então tínhamos que estar atentos, senão ficávamos de fora.

  • Día 4 (08/03): Construcción y descanso

    El dia empezó digamos, un tanto cuanto esportivo. A las 9:00, vários já estábamos despiertos e já habíamos comido el desayuno. Estábamos Vidigal, Erik, Manoel, Eduardo y Thiago relajando en el living y ahí aparece toda una comitiva bajando las escaleras en ropa deportiva. Giovanna, Bruna, Vivi, Lili, Papa, Matheus, Marçano y Petrus decidieron salir a correr por el condominio Hampton Lakes. Fueron de ayuno, así que tuvimos un breve momento de agitación, seguido de un silencio nuevamente, cuando salieron a correr.

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    Felices, pero muriendose de frío…

    Cuanod volvieron, desayunaron y volvimos a la rutina, y discutimos nuevamente los mensajes que Jin nos mandaba, ahora aparentemente había despedido a su funcionario que gestionaba la casa, el desconocido Marcel (eso que sólo estuvimos un día en la casa). Un tal de Rob fue puesto en su lugar y vino esta mañana a ver los múltiples problemas que presetaba la casa. Un caucasiano alto de pelo raso y gris nos golpeó la puerta y nos hizo una visita sorpresa. Su cara mostraba apenas una cosa: sorpresa y indignación. La casa estaba realmente un desastre. Sacó fotos de todas las condiciones de la casa, que eran dificiles pasar desapercibidas. Después de la visita de Rob, decididimos continuar trabajando en los aviones mientras era posible. Estábamos definiendo alineamento, ajustes generales, pruebas en los servos y otras actividades de mejoras de los AR18.

    Decidimos no ir a la visita de los huracanes, queríamos concentrarnos en los aviones, además de que no queríamos desgastar los nuestros drivers, porque los próximos días iban a ser muy cansadores y todos necesitaban estar al 100% de sus físicos (o casi eso). Larissa a su vez decidió ir con Eduardo otra vez a buscar el combustible, y la ida resultó ser bien exitosa, lograron hasta comprar helices y otros artículos que iban a ser importantes para los próximos días.

    Salimos a comer y fuimos a Denny’s. Situación indelicada que pasamos, podría decirse. Nada agradable, en realidad. La comitiva llegó en masa al restaurante a las 15:00. La moza ya nos miraba raro porque éramos miles. Con una leve falta de comunicación, la moza no nos entendió y la corregimos y seguro que debe haberse enfadado al palo. Desde entonces nos trató mal e incluso ofendió a Papa, confluyendo en que él, Pizzaia, Manoel, Giovanna, Matheus y Erik no quisieran quedarse y irse al Burger King de al lado. Nosotros, el resto, nos quedamos a comer en Denny’s, medio resentidos porque no sabíamos si nos iban a seguir tratando bien, pero no fue el caso y hasta que comimos bastante bien.

    Seguido el almuerzo hicimos tarde de compras. Muchos querían ir a Ross y hundirse en sus miles de promociones increíbles, otros, como yo, se quedaron apenas para acompañar y mirar.

    Realmente era para aprovechar, los precios eran locos para los standards brasileños. Así que estuvimos un buen tiempo rondando el local. Thiago y Vidigal decidieron volver a la casa para entrenar y hacer los ajustes finales a la presentación que componía parte de la puntuación de la competencia. El resto seguimos explorando los locales hasta las 19:00. Caminamos por el frío, pero en pequeños grupos íbamos recorriendo locales y mirando cosas interesantes, que nunca encontraríamos en Brasil. Algunos iban de auto, pero otros caminábamos con el viento en la cara, como era mi caso, el de Giovanna y el de Marçano. A las 19:00, nos reunimos y fuimos para los autos. Renan, Lili, Giovanna y Vivi fueron en busca de Pablo que finalmente llegaba a Orlando, así pudiendo reunir todo el equipo, los 19, y en fin tenermos un piloto.

    Con todas las comprar hechas, volvimos a la casa y ayudé a Vidigal y Thiago a hacer el último ajuste a los slides. Con una versión casi final de la presentación y con Pablo ya en casa, reunimos a todos en el living y los de Team Presentación hicieron una pré versión oficial, con unos mínimos errores, pero fáciles lo suficiente para resolverlos rapidamente. Teníamos la aprobación de todos y la confianza de que iba a ser excelente. Los dos presentadores fueron a dormir, necesitaban horas de sueño. El resto trabajamos en el avión porque ya se nos acercaba la competencia. Mañana es dia de Inspección, así que había que estar atentos, sino nos quedábamos afuera.

  • Dia 3 (07/03): A montar

    Depois de dois dias de muita logística e desafios, veio o primeiro dia de trabalho no avião e a apresentação oral para SAE EAST 2018, ou melhor, na casa de Jin pelo menos. Os dois aviões foram construídos no Brasil e apenas foram desmontados para voar para a Flórida. Não precisamos criar nada de novo, basta definir alguns detalhes do avião de reserva. Era difícil começar o dia. Estávamos muito cansados, dormimos até tarde, para retornar do Wallmart e tivemos a fadiga acumulada do voo e todos os problemas. Nós tomamos café da manhã e alguns foram tomar banho. Eu estava na sala de estar, quando comecei a ouvir um barulho estranho, como de água pingando. Eu descobri que havia uma cachoeira no meu quarto. Havia uma infiltração no banheiro e alguns vazamentos loucos foram formados. Descobrimos que não era a única infiltração. Decidimos interditar dois (a partir de cima) dos cinco banheiros. Incrível, como o modo hard gostava de jogar conosco.

    Jin nos mentiu e ele mal nos respondia com «Yes, to all». Contudo, às vezes recebíamos algumas mensagens estranhas, mostrando indubitavelmente que Jin tinha características de bipolaridade, desde fotos da entrada da casa (perguntando quantas pessoas havia) até sugerir serviços e extensão de estadia. Muitas vezes o ignorávamos porque nos convinha ou era muito desconfortável respondê-lo. Então, depois do café da manhã, todos começamos a tirar as ferramentas e partes do avião, revisando-as e separando-as porque todas passaram pelo TSA, o que nunca saberá o que realmente olharam e tocaram. Era difícil começar, já que estavamos meio cansados e distraídos pela viagem. Além disso, era um ambiente novo e diferente, então ficamos muito perdidos sobre o que fazer e o que não fazer. Comecei separando as ferramentas e preparando o ambiente de trabalho. Os outros já foram montar o avião e fazer as devidas verificações e ajustes. Praticamente tudo veio excelente e as caixas aguentaram a viagem. A equipe de construção montou o avião, começando com o trem de pouso e o módulo central da asa, passando pela cauda, motor e pontas de asa. Renan Pizzaia e Manoel concentraram seus esforços em eletrônicos, telemetria, Ground Station e a busca de combustível de avião, que não conseguimos encontrar de forma alguma e precisávamos para voar, pequenos detalhes. Vidigal e Thiago (e, em parte, eu também), Team Apresentação, organizaram e criaram a apresentação em slides para os júris da competição; eles iriam apresentar o projeto formalmente. Assim, eles estavam ajustando a apresentação para estar dentro de 10 minutos do limite. Eles precisavam estar bem, e eles estavam, embora os nervos os consumissem dentro, eu acho, frente a tal responsabilidade. Larissa e Eduardo, naquele momento, faziam compras relacionadas à competição, procurando combustível (o que era realmente difícil de conseguir, prestes começamos a pedir outras equipes, para que pudessem nos ajudar, caso não pudéssemos obtê-lo).

    Desta forma, a equipe estava ocupada trabalhando freneticamente aproveitando o tempo. Até porque havia a possibilidade de ir a uma palestra muito boa sobre aviões que estudam furacões. O tempo era escasso e queríamos poder preparar os aviões para que pudéssemos analisá-los de forma dimensional (se estiverem dentro das medidas do projeto) e funcionalmente, se todos os componentes funcionavam, testando-os exaustivamente.

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    Às 14, decidimos comer no Applebee’s perto da casa. O clima em geral foi bom. Estava um pouco frio de manhã e de noite (e sim, eu disse levemente, enquanto os outros brincavam comigo sobre isso) e durante o dia o clima estava ensolarado e não muito quente. Todos nós comemos juntos e dividimos pratos, foi delicioso e tivemos um almoço divertido, que mostrava algo que eu não pensava que ia acontecer, a convivência era muito agradável e estranhamente familiar. Amigos verdadeiros, eu diria. Nós conversamos, nós comemos e quando terminamos, fomos direto para a casa para continuar com o avião. Não houve parada e, à medida que o tempo passou, os dois AR18 (sim, parece o nome de uma arma) estavam tomando forma e se preparando para a competição contra equipes da elite do AeroDesign.

    Nós ficamos acordados e continuamos montando os aviões. Às 22, vimos que era muito tarde para comer, então fomos ao McDonald’s para comer algo rápido e continuar construindo. Encontramos outra equipe brasileira, a Trem Ki Voa (TKV) e os cumprimentos não eram muito formais, mas sabíamos que podíamos confiar em sua ajuda e o mesmo para eles.

    Voltamos para a casa e construímos até à 1:00 ou 2:00. Não era necessário ficar até tarde, construímos o suficiente para deixar a aeronave evoluída o suficiente e isso acabaria com nosso primeiro dia de pré-competição oficial. No entanto, Renan, Thiago, Vidigal Petrus e eu ficamos, assim que todos estavam dormindo, para fazer uma surpresa para as meninas da equipe, homenageando as mulheres pelo seu dia internacional. Nós ficamos até as 4:00 da manhã, e esperamos fazer o melhor que estava em nossas mãos para que ficasse bem.

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    O que importa é a intenção! Eram as 4:00…
  • Día 3 (07/03): A armar

    Después de dos días de mucha logística y desafíos, vino el primer día de trabajar en el avión y en la presentación oral para la SAE EAST 2018, o mejor, en la casa de Jin por lo menos. Los dos aviones estaban construídos en Brasil y apenas fueron desarmados para volar hacia Florida. No necesitábamos construir nada nuevo, apenas definir algunos detalles del avión reserva. Fue difícil empezar el día. Estábamos muy cansados, habíamos ido dormir tarde, de volver de Wallmart y teníamos el cansancio acumulado del vuelo y de todos los problemas. Desayunamos y algunos se fueron a bañar, más en específico las chicas en el baño arriba de mi habitación. Yo estaba en el living, cuando empiezo a escuchar un ruido raro, como de agua goteando. Descubro que había una cascata en mi habitación. Hábia una infiltración en el baño y se formaron unas goteras locas. Resultaba que no era la única infiltración. Decidimos interditar dos (de arriba) de los cinco baños. Increíble, como el modo hard le gustaba jugar con nosotros.

    Jin nos había mentido y apenas nos respondía con «Yes, to all«. Después recibimos unos mensajes cont ono medio raro, mostrando indubitablemente que Jin tenía rasgos de bipolaridad, desde sacarnos fotos de la entrada de la casa (preguntandonos cuantas personas habían) a sugerirnos servicios y extendión de estadía. Muchas veces lo ignorábamo porque o nos convenía o resultaba swer muy incómodo responderle. Así que después de desayunar, todos partimos a sacar las herramientas y las partes del avión, revisándolas y separándolas porque todas pasaron por la TSA, que nunca se sabrá lo que realmente miraron y tocaron. Fue difícil empezar, hasta porque estábamos medio cansados y distraídos por el viaje. Además, era um ambiente nuevo, diferente, así que estábamos muy perdidos sobre qué hacer y qué no hacer. Yo empezé por separar las herramientas y preparaer el ambiente de trabajo. Los otros ya partieron hacia armar el avión y haciendo las devidas verificaciones y arreglos. Practicamente todo vino excelente y las cajas aguentaron el viaje. El equipo de construcción armó el avión, empezando por el tren de aterrizaje y el módulo central del ala, pasando por la cola, motor y puntas de ala. Renan Pizzaia y Manoel concentraban sus esfuerzos en la electrónica, telemetría, Ground Station y la búsqueda por combustible para avión, que no conseguíamos encontrar de ninguna manera y lo necesitábamos para volar, pequeño detalle. Vidigal y Thiago (y en parte yo también), Team Presentación, organizaban y creaban la presentación en slides para los jurados de la competenia, iban a presentar el proyecto formalmente dicho. Así que tenían que ajustar la presentación para que esté dentro de los 10 minutos de limite. Necesitaban estar finos, y lo estaban, aunque los nervios les debían consumir por dentro, creo yo, semejante responsabilidad. Larissa y Eduardo, en ese momento salieron a hacer compras relacionadas a la competencia, buscando el combustible (que era realmente dificil de conseguir, a punto de comenzarmos a pedir a otros equipos, para que nos pudieran ayudar, en caso de que no lográramos conseguirlo).

    De esta manera, el equipo estaba todo ocupado trabajando frenecticamente aprovechando el tiempo. Hasta porque había la posibilidad de ir a una conferencia muy buena sobre aviones que estudian huracanes. El tiempo escaseaba y queríamos poder tener los aviones listos así podíamos revisarlos dimensionalmente (si están dentro de las medidas de proyecto) y funcionalmente, si todos los componente funcionan, probándlos extenuadamente.

     

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    A las 14, decidimos ir a comer en Applebee’s cerca de la casa. El clima en general estaba agradable. Hacía un leve frío por la mañana y noche (y sí, dije leve, en cuanto los otros me cargaban de eso) y durante el día el clima era soleado y no muy caluroso. Comimos todos junto y dividimos platos, estaba rico y tuvimos un almuerzo bien divertido, lo que mostraba algo que no creía que iba a suceder del todo, la convivencia era muy agradable y extrañamente familiar. Amigos verdaderos diría yo. Conversamos, comimos y al terminar fuimos directo a la casa a continuar con el avión. No había como parar, y a medida que el tiempo pasaba los dos AR18 (sí, suena como el nombre de una pistola) iban tomando forma y preparándose para la competencia contra equipos de la elite del AeroDesign.

    Nos quedamos hasta tarde armando. A las 22 vimos que era muy tarde para comer, así que fuimos a Burger King comer algo rapido para continuar construyendo. Encontramos a otro equipo brasileño Trem Ki Voa (TKV) y los saludos no fueron muy formales, pero sabíamos que podíamos confiar en su ayuda y lo mismo ellos.

    Volvimos a la casa y contruímos hasta la 1:00 o 2:00. No era necesario quedarse hasta tan tarde, habíamos construidos rapido lo bastante para dejar los aviones evolucionados lo suficiente y así terminaría nuestro primer día de competencia oficial. Sin embargo, Renan, Thiago, Vidigal Petrus y yo nos quedamos, en cuanto todos dormían, para hacer una sorpresa para las chicas del equipo, homenajeando a las mujeres por su día internacional. Nos quedamos hasta las 4:00, y esperábamos hacer lo mejor que estaba en nuestras manos para que quedara bueno.

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    Lo que importa es la intención! Eran las 4:00…
  • Dia 1 (05/03) e Dia 2 (06/03): Desespero nas Migrações

    Tudo começou cedo. Muito cedo na realidade. Depois de dormir tarde, preparar a mala, acordar não foi fácil. Às cinco e quinze da manhã, preparei-me para a viagem e para as primeiras aulas do ano da universidade. Logo depois de sair e chegar à PUC, eu tinha duas aulas de Engenharia Mecânica. Seguidas quatro horas de mecânica de fluidos 2 e elementos de máquinas, em que era muito difícil se concentrar, porque a emoção era enorme para a aventura que começava às 15.

    Nós fizemos os preparativos finais e às 15 o caminhão foi buscar nossas malas e caixas que carregavam itens pessoais e todas as partes do avião. Vários pais dos integrantes da equipe vieram nos ajudar a nos levar e dizer adeus à equipe no aeroporto.

    Tudo aconteceu incrivelmente bem. Chegamos às 15h40 no Galeão e com muita antecedência, porque o nosso voo saiu do Rio às 21h30. Que loucura, pensar que alguns meses atrás sonhamos e pensamos como tudo ia acontecer, agora tudo acontece, tudo saiu do papel, de nossas ideias. Foi a partir de agora que o imprevisível iria brincar conosco.

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    Quando tudo aparentava simples

    Nós estávamos juntos para a aventura que começou, nós da Aero e alguns pais. Esperamos por algum tempo, cerca de 2h30 para começar a fazer o check in do voo. Muita antecedência. No entretempo, havia outros que vieram direto para o aeroporto e quando estávamos o grupo inteiro, os pais tiraram fotos nossas, orgulhosos do momento que passávamos. Foram fotos muito «interessantes», se pode-se dizer isso. A mãe de Manoel, a mais animada, nos fez posar gritando «Agora, em meia lua», «Agora com as mãos para cima» e «Gritem , ‘AeroRio’ «. Nós rimos alto, tentando seguir suas ordens, mesmo com relutância. Foi ótimo como a aventura começou, com nervos, mas com risadas felizes que poderiam contê-los. Nós também fizemos algumas últimas organizações entre malas e entre caixas, para ver se não pesavam tanto ou se esquecemos de algo. Depois de um tempo, despachamos nossos volumes. Pessoas e funcionários observavam nossas caixas, pensando o que poderia estar lá. Tivemos sorte, apenas uma das malas era oversize quando pensávamos que haveria duas, menos mal… O orçamento da equipe sempre foi apertado, então quanto menos despesas desnecessárias melhor para nós. Com as malas despachadas, fomos às portas e dissemos adeus a todos, incluindo Alef, que não poderia vir, para a tristeza de todos e marchamos em direção à nossa aventura. Tivemos tempo, para que pudéssemos comer e aproveitar as instalações do aeroporto, acho que nunca consegui fazê-lo, sempre cheguei no sufoco, mas o tempo foi algo que sentimos falta nos dias seguintes. O modo hard, como dizemos, ainda não mostrou sua dificuldade máxima.

    Esperamos, fizemos um pequeno lanche, lemos, atravessamos o terminal e embarcamos. O vôo demorou oito horas para Miami, então houve tempo, observe como eu destaco isso. Alguns assistiram filmes, outros descansavam e eu lia, mas todos nós fomos juntos e conversamos de vez em quando.

    Seguidas as oito horas de um vôo muito cansativo, chegamos a Miami e fomos logo na saída e nos encontramos lá. Lili esqueceu algumas coisas no avião, então esperamos que ela resolvesse o assunto. Um pequeno problema que não era nada comparado com o que estava começando a acontecer. Éramos 16. Juntos, fomos para Migrações. Tudo muito automatizado para o que eu lembrava. Nas máquinas, apresentamos nossos passaportes. Para alguns, como eu, as máquinas não nos aprovaram e tivemos que ir aos guichês para a entrevista. Para os outros, foram direto para a saída. Aqueles de nós que foram às cabines se alinharam e esperaram sua vez. Matheus era o penúltimo na fila, atrás de mim. Eu fiz minha entrevista e os outros também. Na saída de Migrações, o resto do grupo estava nos esperando. Éramos 15. Nem um sinal de Matheus. Acreditando que ele já havia passado diretamente, fomos procurar nossas malas. Para terem uma idéia, nós éramos 16 e nós tínhamos duas caixas/malas cada. São 32 malas, um monte. As malas já nos tinham sido separadas, já que demoramos muito em Migrações, esperando por Matheus, mas nem um sinal dele. A tensão aumentava à medida que o tempo passava e as coisas se desorganizaram. Decidimos esperar mais uma meia hora para que Matheus aparecesse, mas foi uma decisão da qual todos tínhamos medo de fazer. Os guardas nos recomendaram sair e deixar as malas de Matheus (uma delas era uma das caixas de ferramentas). A confusão foi total. Abrimos a caixa e tiramos coisas que pudessem ser importantes para nós, como os motores, se Matheus não chegasse a tempo ou se simplesmente não viesse. Nós decidimos avançar … Matheus tinha uma justificativa para si mesmo, nós não. Alguns carregavam três ou quatro malas, outros duas e outros apenas uma, mas por pura confusão. Alguns de nós como Larissa, Bruna, Vivi, Manoel etc. passaram por outro corredor e terminamos perdendo-os, depois viemos a descobrir que estava tudo bem com eles.Aqueles de nós que tinham malas e caixas foram forçados a passar pela Alfândega e eles verificaram tudo. Abriram tudo e analisaram tudo. Eles nos perguntaram sobre o conteúdo de nossos volumes. Foi realmente estranho. Grupo de jovens adultos vestidos iguais com caixas estranhas. Não foi fácil, estávamos com menos um e milhares de malas e, em cima disso, nos separamos em pequenos grupos, o pior que poderia acontecer conosco. Despachamos as malas, que cada um poderia transportar. Em outras palavras, cada um que passava, da equipe, deixava as malas que ele tinha em suas mãos. Então, não sabíamos se as nossas malas e as de Aero tinham sido despachadas. Além de tudo isso ainda tínhamos limite de tempo. Tínhamos 1 hora e 1 fila gigante para passar pelos raios-X, e com a preocupação estupidamente gigante de não saber onde os outros estavam e, principalmente, Matheus, que nem sequer sabíamos de seu paradeiro. Não havia outra, fizemos a fila, tivemos que avançar, porque se chegássemos tarde e perdêssemos o voo, teríamos que pagar $200 por pessoa. Não era uma opção.

    Depois da pesada linha carregada de turistas ansiosos para visitar Mickey e fazer as compras, saímos e tivemos uma pequena sensação de alívio. Em pequenos grupos nos encontramos novamente parcialmente. Nós olhamos para os relógios e percebemos que estávamos relativamente longe da porta. Não havia outro, buscamos nossos Forrests Gumps interiores e corremos como nunca em direção à porta. Foram cerca de 5 minutos de corrida frenética e incessante. Quando chegamos, tivemos nosso primeiro alívio. Bruna, Larissa, Vivi, Marçano, Manoel nos esperavam «tranquilamente» na porta. Éramos 15 novamente. Nada de Matheus. Quando nos reunimos e pudemos esclarecer as ideias, discutimos quem estava com quem e quais as malas levou. Claro, Matheus era um mistério sem fim. Os desafios não pararam de surgir. Aos 20 minutos eles nos chamaram e fomos os 15 em direção ao nosso avião. Sentado nos assentos da A321 em direção a Orlando, discutimos o que íamos fazer com a situação de Matheus. Nós chegamos a pensar o que ele estaria fazendo, ao ponto de achar que ele poderia ter sido deportado. Aqueles que podiam, descansavam e esperavam para chegar na muito adorada (ou não) Orlando.

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    De Miami a Orlando sem saber onde estava Matheus

    Quando chegamos ao aeroporto, recebemos a melhor mensagem do dia. Matheus nos enviou um áudio dizendo que ele havia sido liberado de uma investigação aleatória de três horas e teve que pegar um vôo mais tarde, então nós o encontraríamos em breve e voltaríamos a ser 16. Pelo menos nós estávamos juntos. Nós fomos às esteiras para pegar as malas e ficamos na praça de alimentação para descansar e esperar pelo Matheus e buscar os carros que alugamos.

    Estávamos todos mortos. Eu até que dormi consideravelmente bem, então eu estava bem com sono. Giovanna, no momento em que chegamos, se deitou em um sofá e dormiu diretamente. Outros resistiram um pouco mais como Lucas, Pizzaia e Erik, mas se renderam à fadiga. Para passar o tempo, jogamos todos juntos, tentando todos ficar acordados, Uno como nunca, com Papa sendo vítima de todos os ataques malignos. Outros passeavam pelas instalações do aeroporto. Às 10, Matheus chegou e finalmente nos reunimos. Nós almoçamos, mais Uno multitudinário, esperando o tempo passar porque o check-in na casa era apenas à tarde.

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    Papa sofrendo no Uno

    Depois de algumas horas, a comitiva seguiu como uma procissão em direção aos carros que alugamos. Muito tempo para a burocracia terminar. Alugamos 3 carros, com os motoristas Larissa, Lucas e Pizzaia. Quando Renan e Eduardo chegassem, teríamos mais um carro, mas até então, íamos com 1 carro, Pizzaia, com todo o carregamento de malas e caixas, verdadeiro Tetris no nível mais complexo, nós estávamos nos outros dois carros. Era um Toyota Sienna vermelho, um Dodge Gran Caravan branco e um Chrysler Pacifica branco (0 km, megatecnológico, até estacionava sozinho!). Estávamos cheios e apertados, mas era melhor juntos do que separados.

    Com os carros, começamos a levar a comitiva AeroRio para Davenport onde estava a casa, que alugamos com pouca certeza. A viagem foi levemente longa principalmente porque as dúvidas começaram a aparecer: o que fazer? O que procurar? Onde dormir?

    Após 1h 30, com várias paradas procurando compras/pacotes no Amazon Locker, chegamos no 830 Ballyshannon Drive o endereço da casa. Para abrir a casa, tivemos que colocar uma senha, a que nos enviaram estava errada, mas Giovanna teve alguma ajuda divina (ou perguntem a ela para explicar como ela conseguiu fazê-lo) para não dizer sorte e conseguiu colocar a senha correta. Sorte e alívio, já estávamos pensando em dormir nos carros.

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    Uma foto que aparentava que a casa era linda… Acabou sendo tudo uma mentira

    Entrando na casa, fizemos nossas primeiras opiniões. Era uma casa grande. Na entrada havia uma sala de estar com duas mesas para comer e alguns sofás, onde decidimos que seria o local de construção do avião. Ao passar da entrada, estava a cozinha e outra sala, um lugar para convivência e treinamento de apresentação. Ao lado da cozinha estava a piscina que era mais verde do que a grama que a rodeava. Nada adorável como nas fotos do site. Nosso anfitrião, o famoso Jin, era um pouco descuidado com os convidados. Ele não respondia as mensagens e quando o fez, foi com um vigoroso «Yes, to all». Muito informativo. Além disso, a casa tinha vários problemas de móveis quebrados ou incrivelmente desgastados ou infiltrações que estavam por vir, sem dizer que a casa era muito feia por si só, deixando muitas expectativas.

    Com as malas dentro, Marçano e Vidigal contavam os quartos e organizaram onde todos iam dormir. O meu foi no andar de baixo e eu o compartilhei com Thiago. Foi o pior da casa, como dissemos, mas pelo menos tínhamos as camas mais confortáveis. As meninas estavam em dois dos quartos acima. O Team Eletrônica estava em um quarto, Eduardo em um separado e os outros estavam dispostos em salas que lhes parecessem boas, é claro, seguindo a organização de Marçano e Vidigal.

    Nós decidimos deixar tudo e ir jantar porque estávamos todos meio cansados e nós ainda precisávamos comprar suprimentos no Wallmart para a casa, como comida para o café da manhã, peças de limpeza, água, etc. Nós fomos a um restaurante nas proximidades (IHOP) e pedimos uma mesa para 20 pessoas. Todos se reuniram, incluindo Renan e Eduardo, que chegaram logo depois que nos sentamos na mesa. Nós rimos das situações e dos desafios que passamos, além dos memes que o Jin tinha nos providenciado. Que bom estar com todo esse grupo, certamente seriam dias incríveis à frente.

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    Juntos, finalmente

    Chegamos à casa e fomos dormir, estávamos todos mortos e decidimos construir o avião amanhã. Éramos finalmente 18, apenas faltava Pablo que chegaria na quinta.