AeroRio EAST 2018 – Algum dia ia terminar

Quando chegamos ao Rio e desembarcamos do avião, eu tinha reunido todo mundo para dizer algumas coisas que precisava expressar para todos. Os que me conhecem bem sabem o quão introvertido sou. Para conseguir confiança e respeito preciso de muito tempo de convivência longo e da mais extrema qualidade. As pessoas que confio e admiro são aquelas que me conhecem, que se interessam em me conhecer e que me respeitam. Claro, o caminho é de mão dupla. Essas pessoas ganham meu respeito e minha admiração. Em poucas vezes na minha vida conheci tais pessoas. No Aero encontrei mais de 20. Incrível. Eu sempre gosto de recordar que em Maio de 2017 tive essa oportunidade, mas nunca achei que a chance de entrar nessa equipe seria tão gratificante, tão frutífera e mais do que tudo tão enriquecedora. Uma palavra nos acompanhou nos últimos dias e realmente descreve essa equipe e essa viagem e essa era união. Quando passamos por um dos momentos mais críticos da equipe, em uma das nossas reuniões, contei a todos sobre a Rueda de Mate. Um costume de séculos de história na América Latina e principalmente no meu fascinante país, Argentina. Quando estamos com amigos, família e pessoas que realmente gostamos e adoramos, fazemos a Rueda de Mate que é tomar o mate (diferente daquele do Brasil). Reunimos a todos e contamos histórias e conversamos sobre a vida, enquanto o mate vai passando de mão em mão. Um momento de esquecer os problemas de conviver com aqueles que amamos. Em resumo, AeroRio é uma Rueda de Mate para mim. Há muito tempo que não vivia algo parecido. E isso tudo por uma decisão que havia tomado há um ano. Um dos «sims» pelos quais nunca me arrependerei. O avião e a equipe representam essa união e essa amizade verdadeiras. A EAST só me ajudou a ratificar tudo isso. Só me ajudou a confirmar que sair vai ser hiper complicado, algo que nem penso nesse momento. Por isso agradeço a todos do Aero. Ao Alef pelas suas dicas e pelas conversas cômicas, além de seus ensinamentos sempre pertinentes. À Bruna pela sensatez e pela sua forma de sempre zelar pela uniao de todos e por ser sempre forte nas suas decisões. Ao Daniel por ser quem ele é, humilde e sempre presente e trazer momentos únicos para a equipe. Ao Eduardo por estar conosco e fazer parte de uma equipe de jovens, outroa teriam pulado fora dessa confusão. Ao Dudu por ser uma das pessoas que mais valorizam a amizade que já conheci, pelos seus vastos conhecimentos em tudo, pelas piadas sempre engraçadas e pelo respeito. Ao Erik pela sua convivência e pelas conversas sempre engraçadas e diversas. Ao Papa, meu colega de CAD e que também sempre tenho conversas filosóficas. Ao Vidigal por ser quem ele é e uma das pessoas mais inteligentes que já conheci, além de uma das estrelas da Apresentação. À Giovanna por ser minha companheira das fotos, pelos cafés e também seu valor de união pela equipe e por ser forte em suas decisões. Ao Marçano meu colega da câmera, sempre clicando juntos, além de seu valor de amizade e empatia. À Larissa nossa eterna capitã e uma das pessoas que mais admiro e que mais respeito por ser a mais forte nas decisões e por sempre valorizar a todos nós como parte da equipe. À Lili por ser quem ela é e também sempre valorizar a todos e seu sentimento de união com o Aero. Ao Lucas, gigante da construção e um dos que mais encarna o espírito do Aero e sempre zelar por todos a todo momento. Ao Manoel grande da eletrônica, pela sua sensatez e tranquilidade e seu sentimento pelo Aero. Ao Matheus nosso escoteiro e apaixonado pelo mundo, uma das pessoas que admiro por sua coragem e presença. Ao Petrus pela sua paixão pelo Aero e suas eternas piadas e por sempre respeitar os outros, além de ser um amigo de longa data que sempre respeitei. Ao Pizzaia uma das pessoas que me ajudou e muito a me sentir presente na equipe e sempre ter ouvidos para todos e pela sua sensatez. Ao Thiago outra das pessoas mais inteligentes que já conheci e por nossas conversas e discussões sempre completas e muitas vezes engraçadas, além de ser um grande amigo meu de longa data. Ao Renan por ser um dos mais animados e dedicados da equipe e pela sua paixão pelo Aero além da sua eletrônica tão bem sucedida. À Vivi por sempre ter ouvidos a todos e por ter aprendido tão rápido o valor do Aero. Ao Pablo por ser nosso piloto e por ser sempre sensato e apaixonado pelo aeromodelismo. À Malu, à Jessica e ao Gabriel por também estarem presentes e por ajudarem nas nossas conquistas e que apesar de não terem vindo, fizeram valer seus trabalhos no Brasil. Finalmente, ao Paulete por sempre estar presente e nos acompanhar com seus vastos conhecimentos de aeromodelismo e sua paixão pelo Aero. Todos foram responsáveis por essas conquistas e por esses momentos que construímos juntos.

Uma outra coisa que tiro de muito positivo desta viagem e deste projeto e foi até uma das coisas que falei para o grupo é que as recompensas só vêm com muito trabalho e muitos desafios. Existe uma música muito especial que, eu pelo menos, tomo como um hino pessoal. Se chama Zona de Promesas de Soda Stereo, banda de Buenos Aires, Argentina. O refrão diz basicamente «Tarda en llegar y al final hay recompensa, en la Zona de Promesas«. Apesar de estar en espanhol, compreende-se a mensagem simples que Gustavo Cerati quis passar com essa música. O final está longe, mas o tempo sempre vai trazer as recompensas (e que recompensas). Devo dizer, o caminho foi longo. Uma das questões que mais nos abalou, sem dúvidas foi uma discussão interna da equipe que levou a uma paralisação do projeto da EAST, perdemos tempo, além de termos esfriado as nossas relações, que demoraram em tornar-se novamente da forma que vemos hoje. Foi complicadíssimo recuperar a união que tínhamos, levando até à desistência de membros. Além desse impasse, nas primeiras semanas do nosso projeto, um dos nossos aviões perdeu controle e caiu, levando à perda de um módulo central e de uma fuselagem. Perdemos muito tempo tentando recuperar e reconstruir novas peças e novas estruturas para nosso avião reserva. Tivemos também a problemática da logística e da nossa casa em Lakeland que nos levou a muitas dores de cabeça. Soma-se a tudo isso o fato de termos que ir todos os dias à PUC, virando noites e não podendo muitas vezes descansar ou sair porque tínhamos nossas responsabilidades com o Aero. Não foi fácil. Deixamos para trás muitas coisas pelo Aero. Isso é na realidade o espírito do Aero, nós estávamos ali porque gostamos do projeto e das pessoas que trabalham nele. É a nossa paixão pela equipe, pelo avião, pela PUC e por todas as pessoas que gostamos que nos leva a trabalhar tanto e nos esforçarmos tanto. As dificuldades estão aí para nos ensinarem e nos mostrarem que o caminho deve ser percorrido na sua plenitude, que não existem atalhos nem facilidades. Cerati, um dos gênios do rock argentino, nos trouxe uma frase que nos coube como uma luva, chegar é o mais difícil, mas uma vez que se alcança a glória, todo o sofrimento terá ganho um valor extraordinário. Desta forma, o caminho nos ensina e por isso temos que aproveitá-lo. A nossa estrada era a mais complicada, mas a vista ao final foi incrível, a vista da Zona de Promessas, das recompensas.

A seguir, pedi para todos os integrantes da equipe que escrevessem um breve depoimento acerca da viagem (para os que foram) e do Aero (para todos). Acredito que eu me expressei em demasia sobre esses tópicos durante todos esses dias, então deixo para que vocês leiam um pouco sobre o que todos têm a dizer.


Daniel

Acredito que o AeroRio tem um significado especial pra cada um mas acho que todos possuímos o sentimento fortíssimo de amizade dentre dessa família que é nossa equipe. Mais do que isso, para mim o Aero foi algo que me fez decidir o que queria do meu futuro. Mesmo tendo iniciado a faculdade de engenharia não sabia se era aquilo mesmo que queria nem mesmo qual engenharia. Entrando no Aero, vi que era realmente aquela minha paixão e agradeço muito à equipe por ter me acolhido.
É claro que dentre muitos momentos felizes existem sempre momentos tristes e acho que um que pode ser destacado foi quando descobri que não ia poder ir na viagem, como podem notar na minha ausência na saga sobre asas. Era minha ultima oportunidade de ir em competição e acabou não dando. Por fim, acho que esse sentimento é enormemente abafado pela felicidade que essa equipe proporciona, com destaque para nossa vitória no brasileiro de 2017, que foi um dos melhores momentos com certeza.


Eduardo
«O Aero é aprendizado! Mas, não meramente no sentido estrito, no sentido amplo da palavra! Quando me refiro a aprendizado não estou me referindo simplesmente a cálculos de desempenho e estruturas, ou ao dimensionamento adequado de servomotores, nem somente a aprendizado prático relacionado por exemplo as técnicas de laminação. Estou me referindo ao aprendizado no sentido mais amplo da palavra! O Aero é aprendizado de vida! Aprendizado de convivência, aprendizado de falar, mas também de saber escutar. Aprendizado de altruísmo, pois ensina a nos permitir pensar mais no bem-estar do coletivo, em detrimento do individual. Aprendizado de saber lidar com diferenças e respeitar opiniões! Aprendizado de como é possível projetar e construir as asas que nos levarão mais longe e mais alto em nossas vidas! Aprendizado de como nos tornarmos pessoas melhores!
Parafraseando Walt Disney: “Tudo aquilo que conquistamos pertence ao grupo como um todo, é um tributo ao nosso esforço coletivo!” O que foi conquistado é fruto do trabalho de toda a equipe, daqueles que foram para a competição e daqueles que ficaram! Sem a contribuição individual de cada um, seria impossível alcançar o sucesso coletivo! Dessa forma, meu muito obrigado ao coletivo!
O melhor momento da viagem foi ver o quão bem preparados e integrados estávamos na competição. Foi ver nossa capacidade de conseguirmos conversar em momentos de grande tensão e sob pressão. Perceber nossa capacidade de superar problemas e notar que escutávamos uns aos outros e levávamos as opiniões de todos em consideração, em todas as tomadas de decisão. Ou seja, o melhor momento, foi quando constatei o quão bem estávamos funcionando como equipe!
Outro destaque importante, vai para a casa e para o fato de que apesar de seus inúmeros problemas infraestruturais, fomos capazes de torná-la nosso lar e convivemos como uma família! Soubemos respeitar e ajudar uns aos outros! Se não houvesse união, isso seria impossível! A casa serviu para nos unir, para nos conhecermos melhor e para fortalecer laços de amizade.
A viagem superou expectativas! Alcançamos resultados excepcionais, mas o resultado mais importante não foi o vice-campenato, nem nossa medalha de ouro em apresentação oral, ou nossa medalha de prata em lançamento de cargas humanitárias, ou nossa medalha de bronze em relatório técnico! Para mim, o resultado que me deixou mais feliz foi constatar de perto como procurávamos ajudar uns aos outros, ouvir e respeitar diferentes opiniões, trabalhar em grupo em prol do sucesso coletivo! Tenho certeza que os resultados são consequências diretas de nossa capacidade de continuarmos assim! Que este seja o combustível que nos impulsionará mais e mais para o alto e avante!»


Giovanna
Fazer parte do aero é muito mais do que construir um «aviãozinho», como as pessoas dizem. Pra mim é poder botar tudo em prática, aprender coisas novas todos os dias, saber lidar com pessoas e com momentos difíceis. É um sentimento incrível ver algo que você ajudou a construir, funcionando. Faltam palavras para descrever todos os sentimentos, mas eu me sinto orgulhosa de participar de um projeto desses e fico orgulhosa de todas as pessoas da equipe.
Quero agradecer meus pais e a todos que sempre me incentivam a continuar na equipe apesar de todas as dificuldades, obrigada por sempre me lembrarem de como eu sou feliz fazendo o que eu faço.
E sobre a east 2018, fiquei incrivelmente feliz com os resultados. Confesso que não esperava, não esperava que poderíamos chegar ao pódio e pra mim o melhor momento da viagem foi esse. Ver que estávamos lá competindo com diversas equipes internacionais que possuem muito mais recursos e infraestrutura para desenvolverem seus projetos e conseguir mesmo assim estar no mesmo nível deles, mostra que tudo é possível. Menos recursos, menos investimentos, menos tempo não justifica um projeto menos. Somos tão bons quanto (ou até melhores, modéstia a parte).


Marçano
O Aero para mim significa uma segunda casa, e uma segunda família, por mais que nas férias a equipe pareça ser a minha primeira casa e minha primeira família. A equipe é um grupo de amigos reunidos que ama fazer oq faz, todos ali se dedicam ao máximo, e isso nos torna essa grande família. Além da parte da família, é um local onde aprendemos coisas para toda a vida, desde a parte da construção, como escrever relatórios, lidar com pessoas e muitas outras coisas. A viagem para a East serviu para aprendermos muito, e também para unir cada vez mais a equipe, como o Marcos mesmo disse em seus incríveis textos, aquela casa toda cheia de proemas nos fez rir muito e até brincar com as condições dela, o que acabou nos deixando cada vez mais próximos. Mas fora isso a competição é uma experiência única, que sei que poucos irão vivenciar, mas que foi um aprendizado enorme e que guardarei esses momentos pelo resto da minha vida. A viagem não teve nenhum momentos ruim, todos foram ótimos, apenas tiveram uns menos ótimos que os outros, até porque do lado dessas pessoas incríveis não há momentos ruins. Muito obrigado a todos da equipe por sempre me tratarem bem e obrigado por fazer parte dessa família.


Matheus

O melhor momento: ver o ar18 voando. Mas não no campeonato e sim dentro do carro. Depois que me deram a missão de botar dois aviões dentro de um carro, sendo que era fisicamente impossível os dois estarem no mesmo plano só me veio um pensamento: porquê não pôr um sobre o outro?
Isso só teria que ser feito de um modo em que houvesse certeza de que eles chegariam em perfeito estado no local da competição. Tive meu momento de fama quando alguns seguravam os aviões enquanto eu fazia algumas voltas do fiel, oito duplos e nós de caminhoneiro. Depois de todos os nós prontos chegou o momento de içar os aviões, e como mágica tinha um AR18 voando dentro do carro. Para finalizar, Petrus fez o Xzão da Xuxa como backup para meu sistema. Em seguida todos nos entreolhamos e começamos a rir com o que estavamos vendo, nao conseguiamos acreditar na cena que estávamos vendo.
Pior momento: não, não foi quando fiquei preso por trâs horas na imigração e perdi o voo, me separando do grupo e sem ter a mínima ideia de como chegaria na casa. Também não foi quando a polícia americana me parou no aeroporto suspeitando que tinha uma bomba na minha mala (todos deveriam sentir a sensação de ser visto como um terrorista por alguns minutos kkkk). O pior momento foi a manhã do primeiro dia de voo, estava um frio absurdo, estava só com um casaco fino e não estou acostumado com o frio da Patagonia como o Marcos. Fui algumas vezes para o carro com a intenção de evitar o vento, mas também tinha que ajudar a montar o avião. Com certeza essa foi a manhã mais longa da viagem.
O aero para mim não é só um ambiente profissional, de aprendizarem e desenvolvimento pessoal. Mas também familiar, de amizade, parceria, confiança e descontraçao


Malu
Entrar na aero significou uma nova experiência na minha vida. Conhecer novas pessoas, ter novos conhecimentos, conviver com o trabalho em equipe, eram desafios que estavam por vir. Demorei um pouco para entender o significado da equipe e com o tempo pude perceber que as pessoas que estavam ali comigo eram mais que integrantes da equipe e sim, uma família. Temos o prazer de trabalhamos juntos e a vontade de sempre estar crescendo, alcançando nossos objetivos. Só tenho que agradecer a todos por terem me recebido tão bem nesses últimos meses e por sempre estarem solícitos a me ensinar e me ajudar. Estaremos juntos em busca de mais uma conquista!


Thiago
Primeiramente gostaria de agradecer à minha família, ao coordenador da equipe Eduardo, à capitã Larissa, e à todos os membros da equipe que fizeram esse sonho possível. Para mim, a AeroRio não é apenas um local de aprendizado, de experiências e de trabalho, essa equipe já se tornou muito mais do que uma equipe, já se tornou minha segunda família. Uma família onde todos se ajudam, claro que como toda boa família, sempre ocorrem pequenas briguinhas, mas que nunca tiram a união e o respeito de todos. Por isso amo tanto o Aero.

A viagem foi uma experiência muito mais incrível do que pensei que seria, e olha que fui com expectativas altas. A superação de todas as dificuldades, e ter feito tudo no «modo hard» acabou que deu um gostinho ainda mais especial, além de ter convivido por alguns dias com pessoas incríveis que tive o prazer de conhecer um pouco mais. Difícil escolher um momento que mais gostei… foram vários, mas devo adimitir que ganhar todos aqueles prêmios foi um momento de uma sensação incrível de dever cumprido e de realização. Já o que menos gostei é fácil, não existiu, todos os momentos tiveram o seu valor e o seu ponto positivo, mas se for pra citar um momento agonizante, foi quando o Matheus ficou preso na alfândega e tivemos que viajar deixando um membro para trás.

Novamente reforço o quão incrível foi essa viagem, e o quão enriquecedora ela foi. São momentos que vou levar para minha vida inteira, e vou lembrar sempre com carinho e felicidade


Desta forma, com toda essa linha de pensamento gostaria de dizer que foi um prazer inenarrável ser o responsável por descrever essa história e pelo que vocês viram e leram, eu realmente amo essa equipe. Um prazer trabalhar com essas pessoas que espero ainda poder projetar e ajudar essa equipe a ir mais longe. Um prazer fazer parte desse projeto e de ter sido parte de algo que saiu do papel em tão pouco tempo. Uma honra estar do lado dessas pessoas, de representar a minha universidade e meu país (mesmo que indiretamente). Muito obrigado por terem acompanhado o AeroRio e todos nós. Agradeço aos nossos pais, nossos mais fieis torcedores, aos nossos amigos e a todos que fizeram o Aero possível. Desta maneira, encerro em definitivo a descrição da nossa incrível viagem para a SAE EAST 2018, não sei quando será a próxima vez que escreverei sobre o Aero, mas que seja em breve, porque emoção nunca vai faltar.

Dia 11 (15/03) e Dia 12 (16/03): Para casa…

Tudo o que começa termina em algum momento. Após 10 dias, a nossa viagem chega ao fim. Eu acordei por volta das 6:30. Eu não tinha dormido muito, mas havia muito a fazer e pouco tempo. Minha mala estava praticamente pronta. Faltou algum detalhe que outro mas nada que em cinco minutos não fosse resolvido. Eu fui tomar banho e tomar café da manhã. Novamente o café da manhã estava completo. Ontem, havíamos baixado a despensa o suficiente, no entanto ainda havia várias coisas, presentes para Jin. Alguns como Petrus e Lucas ficaram acordados até aquela hora, guardando suas coisas e preparando suas malas. Eles me acompanharam no café da manhã e depois de um tempo, eles foram dormir, eles precisavam, o dia ia ser longo. Eles decidiram acordar às 10h, para ajudar a guardar as coisas no carro e a sair. As caixas em geral estavam prontas. O problema eram as malas do Aero que não foram muito organizadas na ida, agora elas iam menos porque tínhamos mais ferramentas, então tivemos que começar a colocar as coisas como pudemos. A manhã também foi para limpar a casa e colocar os móveis de volta onde eles estavam. Um correria para todos os lugares. Felizmente, nós tínhamos pedido uma hora mais para o check out.

O tempo estava passando e as coisas estavam se empacotando nas malas. A sala de estar abaixo estava cheia de malas e caixas. Estávamos percebendo que realmente tínhamos muito mais coisas do que havíamos trazido. Por exemplo, alguns carregavam malas dentro das malas, então o carro da Pizzaia ia ficar mais cheio.

Um dos nossos problemas é que, com as compras e as refeições que tirávamos da despensa, tínhamos muito lixo e os sacos não cabiam nas caixas do lado de fora. Então tentamos seguir as instruções que Jin havia nos enviado quando chegamos. Lá, ele disse que no condomínio havia um lugar perto de uma piscina (que não existia mais), onde haveria uma lata de lixo. Foi muito lixo. Como nós tínhamos acabado de recolher os assentos do carro e como era muito lixo, Matheus, Pizzaia e eu decidimos encher o carro com o lixo. Havia de tudo. Até sapatos que tinham deixado para trás. Era muito lixo que Matheus ia em pé dentro do carro, enquanto eu e Pizzaia fomos na frente procurando o dumpster. Nós andamos e andamos por todas as ruas de Hampton Lakes e nada do dumpster. Perguntamos aos vizinhos e eles responderam que nunca tinham visto tal lugar. Então decidimos ir ao local onde supostamente era a lixeira.

WhatsApp Image 2018-03-20 at 13.28.19

A situação dentro do carro era cômica pelo menos. Nós estávamos andando em um carro normal com os bancos recolhidos e com uma montanha de lixo trás. Apenas a porta do porta-malasa aberta estava faltando para que pudéssemos ser um verdadeiro caminhão de lixo. Como eu havia dito aos outros, nós éramos o AeroLixo disponível para o serviço. Matheus foi para o lado da porta com a janela aberta, porque praticamente não havia espaço para ele entrar. Então, quando chegamos ao referido local da lixeira encontramos várias lixeiras normais no parque. Havia um centro comunitário nas proximidades e eles também tinham duas grandes latas de lixo, mas não para muito conteúdo. Ou seja, não encontramos o depósito e estávamos com o carro cheio de lixo sem saber o que fazer. Então, juntos, decidimos tentar preencher as lixeiras que encontrávamos e ver o que acontecia. Nós fizemos o curso inteiro acerca de lixo. Entrega, distribuição e reciclagem. Como nós três rimos. Nós éramos os lixões do Hampton Lakes. Saímos do carro e começamos a descarregar a montanha de lixo que estava dentro do carro. Pizzaia foi para os recipientes do parque e Matheus e eu fomos para o centro comunitário. Eles estavam meio vazios, então aproveitamos e colocamos milhares de coisas. Nós os enchemos ao topo. Pizzaia encheu a dele e nós não tínhamos baixado um quarto do que tínhamos. Nós três, então enfrentamos as lixeiras do centro comunitário como se fossem os últimos minutos antes de sairmos (o que não deixava de ser verdade). Como as lixeiras já estavam no topo, Matheus fez, digamos, uma manobra arriscada, que Pizzaia e eu não esqueceríamos. Ele pulou na lixeira e deixou cair o peso no lixo. Sorte que a maioria das coisas eram caixas e sacolas plásticas. E ele fez isso como nunca antes, pulando e compactando o lixo (tudo isso aconteceu em um lapso de 5 minutos). Como todos nós rimos. Pensei em como acabamos lá. Da construção de aviões ao salto no lixo em uma lata de lixo em um condomínio na Flórida. Incrível o que fazemos pelo Aero. No entanto, não foi suficiente. As caixas, penso eu, nunca foram tão cheias naquele tempo. De volta ao carro, decidimos ir até a meta para ver se havia alguém. Ninguém. Nós visitamos todas as ruas do condomínio e nada. Voltamos para casa e conhecemos Rob, o contratado por Jin para cuidar da casa. Foi a partir das 10:00 de volta na casa. Quando voltamos, deve ter sido cerca de 10:30. Quando saímos, eram cerca de 9:30. A cada 10 minutos, ele vinha nos perguntar se eles poderiam entrar para organizar a casa. Com os nervos já em toda parte, eu respondi várias vezes com um digno «NÃO!». A casa era de má qualidade e, acima de tudo, tínhamos de aguentar esse tipo de pressão, não podia ser o mais simpático. Quando ele olhou para nós com o carro cheio de lixo, ele nos perguntou o que era … Eu nem quis respondê-lo. Eu calmamente respondi que não conseguimos encontrar a lixeira,  que, em teoria, deveria haver. Ele responde com certa superioridade que nunca existiu tal lixeira, que ele poderia levar o lixo com ele. Todo o esforço em vão, pelo menos, nos deu um momento incrivelmente engraçado. Rob nos deu sacos gigantes de lixo e esvaziamos o carro de Pizzaia. Nós enchemos as sacolas e passamos a responsabilidade para Rob.

Voltamos para a casa e quase todos estavam prontos. Os donos dos drones no entanto ainda estavam em uma missão de descobrir onde colocar seus drones recém-adquiridos. Eles decidiram colocá-los nas caixas de Aero, eles pensaram que eram mais seguras, pelo menos eu não, eu estava com medo de que eles seriam roubados, mas era um risco a ser tomado. Os outros, por sua vez, desciam as últimas malas de cima e as reuniam do lado de fora. Pizzaia, Matheus, Manoel, Papa, Vivi, Renan e eu começamos a arrumar tudo no carro. Matheus dentro do carro estava gerenciando as operações. Eu estava jogando o nível mais alto do Tetris, com bônus de volume com peso médio de 25 kg. Não foi fácil. Às 11:00, Rob já não tinha outra e perguntou se eles poderiam entrar para começar a organizar. Ele nos jurou que se um dia voltássemos, a casa seria totalmente diferente, que seria completamente reformada. Eu não acreditava em nada, até porque seria muito difícil voltar lá. Colocar as coisas no carro realmente não foi fácil, mas o escoteiro resolveu o problema e, meia hora depois, fechamos o porta-malas e terminamos a saída inteira da casa. Fiz uma última checagem para ver se alguém esqueceria alguma coisa e fui ao carro do Lucas, que foi o último a sair. No carro de Lucas, estavam aqueles que ainda tinham que procurar coisas e fazer compras finais na Target e na Best Buy. Eu tive que passar pela UPS, então fui com eles. Os outros carros foram para Orlando, eles iriam passar pelo shopping para comer e talvez fazer uma compra de último momento.

Saímos na direção da UPS, procuramos nossas coisas e voltamos para a rodovia na direção da Target e da Best Buy. No carro nós estávamos cheios. Nós éramos Bruna, Petrus, Marçano, Vidigal, Lucas, Giovanna e eu. Nem todos queríamos sair do carro, porque era uma bagunça para sair, além de que não precisávamos comprar nada nesses lugares. Aos 20 minutos, quem foi fazer suas compras, voltou e saíamos em direção ao próximo destino. Petrus teve que procurar alguns pacotes, em um lugar até remoto, então teríamos que fazer um descio grande. Dormir era quase uma presença constante em todos, então decidi continuar escrevendo o blog, que era uma das coisas que repelia meu sonho. Depois de um tempo, chegamos ao correio onde Petrus tinha que encontrar suas coisas. Demorou cerca de 20 minutos e nós pensamos que era estranho que demorou tanto tempo, mas quando voltamos percebemos que o tempo era escasso. O voo foi às 17:30 e já eram 13:30. Nós ainda tínhamos que chegar ao aeroporto e ajudar a despachar tudo. E que eles ainda queriam ir à loja, pela última vez, é claro que decidiram não ir. A viagem para Orlando levou muito tempo e foi bastante desconfortável, como Marçano, Bruna e eu diria. Pelo menos, eu estava escrevendo o blog e o tempo passou relativamente rápido.

Chegamos ao aeroporto e iniciamos a entrega dos carros. Estávamos cerca de meia hora esperando que os outros chegassem dos shoppings. Nós descarregamos tudo e começamos nosso movimento pelo aeroporto. Os vários carrinhos com caixas e malas que não podiam ser carregadas com as mãos. Subíamos e descíamos os elevadores, o que por si só era um estresse. Adicione todo o stress, ao pesado clima de fim de viagem e tivemos algumas dores de cabeça realmente não uma das melhores coisas. Mostrava como, ao mesmo tempo, todos queriam ficar, todos queriam ir para casa (se terminasse, melhor na tranquilidade do lar). Chegamos ao check-in e foi uma bagunça para organizar quem ia levar o quê durante toda a viagem, além de suas próprias malas pessoais. Bruna, Giovanna e eu meio que começamos a organizar e cada uma pegava seus volumes para fazer o check-in. O tempo estava passando e todos estavam livres para entrar pela porta. Uma observação é que Renan e Pablo estavam em um voo diferente, que foi embora mais tarde, então nos despedimos deles, que só iríamos encontrá-los no Rio. Aqueles do carro de Lucas, não tínhamos comido, então fomos para a mesma praça de alimentação de 10 dias atrás. Tudo muito melhor do que em comparação com a noite anterior. Pelo menos voltamos bem, sem sentimentos ruins. A questão é que ainda faltava a linha para passar pelos raios X e faltavam 30 minutos para o embarque. No meio da linha, Lucas falou com um dos funcionários do aeroporto e nos deixou seguir em frente. Boa sorte, não teríamos chegado a tempo. Após uma longa linha de raios-X, estamos todos esperando pelos outros e Matheus, que tinha sido chamado novamente para uma verificação aleatória, meio estranha, mas pelo menos desta vez foi muito mais rápido. Atravessamos o aeroporto com o pequeno trem e em 20 minutos já estávamos entrando para o avião que ia para Miami.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

O voo para Miami foi muito curto. Eu estava escrevendo o blog e todos os outros, exceto Papa estavam dormindo. Foi realmente um longo dia e com vários contratempos. Então foi bom que todos descansassem.

Saímos do avião na hora seguinte. Agora tivemos muito tempo, a conexão foi de 4 horas até o vôo para o Rio. O sol estava se pondo, então em um dos corredores tiramos várias fotos, que na verdade seriam as últimas da viagem. Que vista! Continuamos nosso caminho até a porta onde nos instalamos. Mais ou menos, andamos pelo mesmo lugar de onde havíamos vindo. Nos lembramos dos momentos que passamos naquele aeroporto, que não eram os mais silenciosos. Eu decidi ficar escrevendo o blog, eu teria tempo de sobra para escrever, então aproveitei. O resto descansava nas cadeiras, ou passeava pelo freeshop, ou ia comer algo rico, porque a comida do avião não era um paraíso. Todos se separaram, tentando fazer o que queriam. As quatro horas, no entanto, passaram muito rapidamente. Eu tinha escrito muito, mas ainda faltava muito. Eu disse a mim mesmo que escreveria mais durante o vôo.

DSC_0458 (2)

Às 22:30, fomos chamados nas portas e continuamos a caminho do avião. Nós guardamos nossos pertences e sentamos em nossos lugares. Haveria 8 horas de voo para o Rio. Durante a primeira hora e meia de vôo eu escrevi e comecei a assistir a um filme. Em seguida, a única coisa que fiz foi jantar, não havia comido no aeroporto nem café da manhã. O resto do tempo eu estava dormindo de uma maneira tão pesada que não me importava de o assento ser tão desconfortável. O tempo voou enquanto ele dormia profundamente, o resultado de tantos dias exaustivos, mas tão bons.

Às 8:00 aterrissamos no Galeão e desembarcamos do avião. Nós nos encontramos na saída do avião. Alguns foram ao banheiro e eu esperei que todos chegassem. Durante a última hora de voo, fiquei pensando em algo para dizer à equipe. Antes de passarmos, na saída do avião, era a última vez que todos estaríamos juntos. Depois viria a bagunça das malas e consequentemente a reunião com os pais. Então pedi a todos que esperassem um pouco e fiz um pequeno discurso. O que eu disse basicamente vou dizer na conclusão desta narrativa, então não se preocupe que eu vou te dizer mais tarde. Foi um bom momento, porque todo mundo estava cabisbaixo e eu poderia, pelo menos, elevar o ânimo de todos, e em suma eu disse que era uma honra trabalhar e viver com pessoas tão incríveis e tão minhas amigas. Mesmo um introvertido, estes são os momentos que mais importam e tiveram de expressar a todos, todos sabiam o quão incrível foi para mim toda a experiência de ter ido com eles para Lakeland.

No final do meu breve discurso, todos nós fomos para as Migrações juntos e não tivemos problemas, então fomos às cintas para encontrar nossas malas. Mais uma vez, toda a comitiva da AeroRio com os milhares de carrinhos se reuniu para esperar que todos estivessem com seus volumes que haviam trazido de Lakeland. A maior preocupação do momento da viagem de retorno era passar pela alfândega. Aqueles que haviam comprado drones estavam dispostos a passar por aquele corredor tão malévolo. Como estávamos todos na mesma camisa e tínhamos as medalhas penduradas no pescoço, a alfândega nos deixou passar e ficamos livres e voltamos ao Brasil, oficialmente. Alguns queriam passar pelo freeshop, então esperamos vinte minutos para todos se encontrarem na saída.

Um bom momento que veio imediatamente é que os pais haviam preparado uma surpresa para quando chegamos ao Rio. Anteriormente, eles disseram que a TV PUC-Rio ia estar lá para nos entrevistar e nos fazer perguntas sobre o nosso feito. No início, fizemos uma fila e vimos algo incrível. Todos os pais estavam esperando por nós com camisetas com nosso símbolo AeroRio, mas dizendo AeroPais. Na parte inferior havia um banner com nossa foto e nossas realizações pendurado em dois carrinhos. Foi espetacular e super fofa a intenção de todos os pais. Finalmente, quando chegamos, nos encontramos com nossos pais e os abraçamos. Finalmente chegamos em casa. A TV PUC-Rio me chamou e eu respondi as perguntas que me fizeram sobre nossa incrível viagem. Larissa, Pablo e Thiago também foram entrevistados e fizeram o mesmo. Os momentos seguintes provaram minha teoria. Muitos pais já saíram com seus filhos para suas casas, enquanto outros ficaram, como eu, ficamos para ajudar a trazer as coisas para a PUC, levando a ficarmos em pequenos grupos e separando o grupo para declarar o fim da viagem.

Manoel e eu decidimos ir no caminhão para acompanhar as caixas e malas de Aero. Foi uma longa viagem pelo trânsito intenso do Rio, mas a conversa que tive com Manoel foi muito frutífera, falamos sobre o futuro da equipe e os grandes momentos que tivemos em Lakeland. Foi uma longa viagem-curta. Na hora e meia chegamos à PUC mas agora voltamos com a vitória no pescoço e nas camisas. Desembarcamos tudo na PUC e, com o calor úmido do Rio, fomos aos poucos levando as caixas e sacolas pesadas de volta ao laboratório Aero. Depois de 12 dias, tudo voltou ao seu lugar e voltamos para o lugar que tanto gostamos e que nos faz reunir muito a cada dia de aula. Aqueles de nós que ficaram e voltamos do aeroporto para a PUC, Manoel, Renan, Pablo, Lili, Larissa e eu decidimos sair para comer no Outback para fechar a nossa viagem. Lá, o Vidigal se juntou a nós e tivemos um almoço divertido e gostoso. De lá, fui com Thiago no carro de volta para casa e isso oficialmente ditou o fim da nossa viagem.

Oficialmente, as histórias da viagem terminam aqui, então foi uma honra escrevê-las para a história e muito gratificante poder deixar uma pequena parte do que é nossa equipe, AeroRio, para todos vocês. O próximo texto é uma conclusão mais organizada e mais elaborada. Então aguarde o último texto da Saga nas asas, que vai trazer uma surpresa. Aqueles que encerram suas leituras aqui, muito obrigado por se juntarem a nós e nos conhecerem um pouco mais, espero que eu tenha conseguido transmitir o quão o Aero é especial. Muito obrigado

Día 11 (15/03) y Día 12 (16/03): Hacia casa…

Todo lo que empieza termina en algún momento. Después de 10 días, el nuestro viaje llega a su fin. Yo me desperté más o menos a las 6:30. No había dormido mucho pero había mucho que hacer y poco tiempo. Mi valija estaba prácticamente lista. Faltaban algún detalle que otro pero nada que en cinco minutos no se resolviera. Me fui a bañar y desayunar. Otra vez el desayuno fue completo. Con el de ayer, habíamos bajado bastante la despensa, sin embargo todavía restaban varias cosas, regalos para Jin que sea. Algunos como Petrus y Lucas se quedaron despiertos hasta esa hora guardando sus cosas y preparando sus valijas. Me acompañaron en el desayuno y al rato, se fueron a dormir, lo necesitaban, el día iba a ser largo. Decidieron despertarse a las 10:00, para ayudar a guardar las cosas en el auto y para salir. Las cajas en general estaban listas. El problema eran las valijas de Aero que ya en la ida no fueron muy organizadas, ahora iban a ir menos porque teníamos más herramientas, así que tuvimos que ir poniendo las cosas como pudimos. La mañana también fue de limpiar la casa y volver a poner los muebles donde estaban. Una correría para todas partes. Suerte que habíamos pedido una hora más para el check out.

El tiempo iba pasando y las cosas se iban empacando en las valijas. El living de abajo se iba quedando lleno con las valijas y con las cajas. Nos íbamos dando cuenta que realmente llevábamos muchas más cosas de las que habíamos llevado. Por ejemplo, algunos llevaban valijas dentro de valijas, así que el auto de Pizzaia iba a ir más lleno.

Uno de los nuestros problemas, es que con las compras y las comidas que fuimos sacando de la despensa teníamos mucha basura y las bolsas no entraban en las cajas de afuera. Así que tratamos de seguir las instrucciones que Jin nos había mandado cuando llegamos. Ahí, decía que en el condominio había un lugar cerca de una pileta (que ya no existía más), donde habría un deposito para la basura. Era mucha basura. Como recién habíamos bajado los asientos del auto y como era tanta basura, Matheus, Pizzaia y yo decidimos llenar el auto con la basura. Había de todo. Hasta sapatos que habían dejado pars trás. Era tanta basura que Matheusiba parado dentro del auto, mientras que Pizzaia y yo íbamos adelante buscando el dumpster. Anduvimos y anduvimos por todas las calles del Hampton Lakes y nada del dumpster. Preguntamos a los vecinos y nos respondían que nuncan habían visto el tal lugar. Así que decidimos ir al lugar dónde supuestamente era el dumpster.

WhatsApp Image 2018-03-20 at 13.28.19

La situación adentro del auto era cómica como mínimo. Estábamos andando en un auto normal con los asientos rebajados y con una montaña de basura atrás. Sólo faltaba la puerta del baúl para que fuéramos un verdadero camión de basura. Como les había dicho a los chicos, éramos el AeroBasura disponibles al servicio. Matheus iba al lado de la puerta con la ventana abierta, porque practicamente no había espacio para que el entrara. Así que cuando llegamos al dicho lugar del dumpster apenas encontramos unos basureros normales por el parque. Había un centro comunitario ahí cerca y también tenían dos tachos de basuras grandes, pero no para tanto contenido. O sea, no encontrábamos el deposito y estábamos con el auto lleno de basura sin saber que hacer. Así que juntos decidimos de tratar de ir llenando esos tachos que fuimos encontrando y ver lo que pasaba. Hicimos el curso completo de basurero. Entrega, distribución y reciclaje. Cómo nos reímos los tres. Éramos los basureros del Hampton Lakes. Bajamos del auto y empezamos a descargar las miles de porquerías que estaban dentro del auto. Pizzaia fue a los tachos del parque y Matheus y yo fuímos a los del centro comunitario. Estaban medio vacíos, así que aprovechamos y pusimos miles de cosas. Los llenamos hasta el tope. Pizzaia había llenado el suyo y no habíamos descargado ni un cuarto de lo que teníamos. Los tres enfrentamos los tachos del centro comunitario como si fueran los ultimos minutos que faltaban para irnos (que no dejaba de ser verdad). Como los tachos ya estaban al tope, Matheus hizo, digamos, una maniobra de riesgo, que Pizzaia y yo no nos olvidaríamos. Saltó sobre el tacho y dejó caer todo su peso sobre la basura que estaba dentro. Suerte que la mayoría de las cosas eran cajas y bolsas de plastico. Y lo hizo como nunca, saltaba y compactaba la basura (todo esto pasó en un lapso de 5 minutos). Como nos reímos los tres. Yo pensaba en como habíamos ido a parar ahí. De construir aviones a estar saltando sobre la basura en un tacho de basura en un condominio de Florida. Increíble lo que hacemos por Aero. Sin embargo, no fue suficiente. Los tachos, creo yo, nunca estuvieron tan llenos cuanto aquella vez. De vuelta al auto, decidimos ir a la portería para ver si había alguien. Nadie. Recorrimos todas las calles del condominio y nada. Volvimos a la casa y nos encontramos con Rob, el contratado por Jin para cuidar la casa. Estaba desde las 10:00 rondando la casa. Cuando habíamos vuelto debían ser unas 10:30. Cuando habíamos salido eran unas 9:30. A cada 10 minutos, venía a preguntarnos si ya podían entrar para organizar la casa. Con los nervios ya por todas partes, le respondí varias veces con un rotundo «NO!». La casa era de mala calidad y encima teníamos que soportar ese tipo de presión, no podía ser de lo más simpatico. Como nos miró con el auto lleno de basura, nos preguntaba que era… Ni quise responderle. Con tranquilidad le respondí que no encontrábamos el dumpster, que en teoría tendría que haber. Él me responde con un cierto tono de superioridad que en realidad nunca había existido el tal dumpster, que el podría llevar la basura con el. Todo el esfuerzo en vano, por lo menos nos rindió un momento increíblemente cómico. Rob nos dió unas bolsas gigantes de basura y vaciamos el auto de Pizzaia. Llenamos las bolsas y pasamos la responsabilidad a Rob.

Volvimos a la casa y estaban casi todos listos. Los dueños de los drones sin embargo todavía estaban en la misión de descubrir donde poner sus recién adquiridos drones. Decidieron ponerlos en las cajas de Aero, creían ser más seguros, yo por lo menos no lo estaba, tenía miedo que se los robaran, pero bueno, era un riesgo a correr. Los otros a su vez estaban bajando las ultimas valijas de arriba y juntadolas afuera. Pizzaia, Matheus, Manoel, Papa, Vivi, Renan y yo empezamos a empacar todo en el auto. Matheus dentro del auto iba manejando las operaciones. Iba jugando al Tetris nivel maximo, con bonus de volúmenes con peso medio de 25 kg. No era fácil. A las 11:00, Rob ya no tenía otra y nos pidió si podían entrar para empezar a organizar. Nos juró que si un día volviéramos, la casa estaría totalmente diferente, que iba a ser reformada a pleno. No le creí en nada, hasta porque sería muy dificil volvermos ahí. Poner las cosas en el auto realmente no fue facil, pero el boy scout lo solucionó y a la media hora cerrábamos el baúl y terminabamos toda la salida de la casa. Hice una ultima revisión para ver si nadie si olvidaba de nada y salí hacia el auto de Lucas que era el ultimo para salir. En el auto de Lucas, iban los que todavía tenían que buscar cosas y hacer unas compras finales en Target y Best Buy. Yo tenía que pasar por UPS, así que fui con ellos. Los otros autos fueron en dirección a Orlando, iban a pasar por el shopping para comer y tal vez hacer alguna compra que otra de ultimo momento.

Salimos en dirección a UPS, buscamos nuestras cosas y volvimos a la highway  en dirección a Target y Best Buy. En el auto íbamos llenos. Estábamos Bruna, Petrus, Marçano, Vidigal, Lucas, Giovanna y yo. No todos quisimos salir del auto, porque era un lío salir, además que no necesitábamos comprar nada en esos lugares. A los 20 minutos, los que fueron a hacer sus compras, volvieron y salimos en dirección al siguiente destino. Petrus tenía que buscar unos paquetes lejos, en un lugar hasta que remoto, entonces seguimos rapido por el camino. Dormir era casi que una presencia constante sobre todos, así que decidí continuar escribiendo el blog, que era una de las cosas que repelía mi sueño. Al rato, llegamos a los correos donde Petrus tenía que buscar sus cosas. Tardó unos 20 minutos y nos pareció raro que tardara tanto, pero al volver nos dimos cuenta de que el tiempo escaseaba. El vuelo era a las 17:30 y ya eran las 13:30. Todavía teníamos que llegar al aeropuerto y ayudar a despachar todo. Y eso que todavía querían ir al outlet, por ultima vez, claro que decidieron no ir. El viaje hasta Orlando tardó bastante y fue bastante incómodo, como Marçano, Bruna y yo diríamos. Por lo menos, iba escribiendo el blog y el tiempo pasó relativamente rapido.

Llegamos al aeropuerto y empezamos la entrega de los autos. Estuvimos como una media hora esperando a que los otros llegaran de los shoppings. Descargamos todo y empezamos nuestra movida por el aeropuerto. Los varios carritos con las cajas y las valias que no podían ser cargadas con las manos. Era subir y bajar por los ascensores, que por si solo era un estrés. Agregar todo el estrés, al clima medio pesado de fin de viaje y tuvimos ciertos realmente no era una de las mejores cosas. Mostraba como al mismo tiempo todos querían quedarse, todos querían volver a casa (si se termina mejor en la tranquilidad de casa). Llegamos al check in y fue un lío organizar quien iba a llevar qué durante todo el viaje, además de sus proprias valijas personales. Bruna, Giovanna y yo medio que empezamos a organizar y cada uno iba llevando sus volúmenes hacia el check in. El tiempo iba pasando y todos se iban liberando para entrar a la puerta. Una observación es que Renan y pablo iban en un vuelo diferente, que salía después, así que nos despedíamos de ellos, que sólo los íbamos a encontrar en Río. Los del auto de Lucas, no habíamos comido, así que fuimos a la misma plaza de alimentación de hace 10 días. Todos mucho mejor que en comparación a la noche anterior. Por lo menos volvíamos bien, sin malas sensaciones. El tema es que todavía nos faltaba la fila para pasar por los rayos-X y nos restaban 30 minutos para el embarque. En el medio de la fila, Lucas conversó con una de las funcionarias del aeropuerto y nos dejó avanzar. Suerte, no hubiésemos llegado a tiempo. Después de fila larguísima de los rayos-X, encontramos a todos esperandonos y a Matheus que había sido llamado otra vez para un chequeo aleatorio, medio raro, pero por lo menos, esta vez fue mucho más rapido. Cruzamos el aeropuerto con el pequeño trencito y en 20 minutos, estábamos ya entrando para el avión que iba hacia Miami.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

El vuelo a Miami fue muy corto. Yo estuve escribiendo el blog y todos los otros, menos Papa, dormían. Realmente había sido un día largo y con varios contratiempos. Así que era bueno que todos descansaran.

Salimos del avión a la hora siguiente. Ahora nos sobraba el tiempo, la conexión era de 4 horas hasta el vuelo para Río. El sol se estaba poniendo, así que en uno de los pasillos sacamos varias fotos, las que en realidad serían las ultimas del viaje. Qué vista! Seguimos camino hasta la puerta dónde nos instalamos. Más o menos que caminamos por el mismo lugar por donde habíamos venido. Recordábamos los momentos que pasamos en ese aeropuerto, que no fueron de los más tranquilos. Yo decidí quedarme escribiendo el blog, tendría bastante tiempo para escribir, así que aproveché al maximo. El resto o se quedaban descansando en las sillas, o iban a dar una vuelta por el freeshop, o se iban a comer algo rico, porque la comida del avión no era un paraiso. Todos medio que se separaron, tratando de hacer lo que tenían ganas. Las cuatro horas, sin embargo, pasaron muy rapido. Había escrito bastante pero todavía faltaba mucho. Me dije a mi mismo quee iría escribir más durante el vuelo.

DSC_0458 (2)

A las 22:30, fuimos llamados a las puertas y seguimos camino hacia el avión. Guardamos nuestras pertenencias y sentamos en nuestros asientos. Se vendrían 8 horas de vuelo hasta Río. Durante la primer hora y media de vuelo escribí y empezé a ver un peli. Después lo unico que hice fue comer la cena, que no había comido en el aeropuerto, y el desayuno. El resto del tiempo estuve durmiendo de una manera tan pesada, que ni me importé del asiento estar tan incómodo. El tiempo pasó volando mientras dormía profundamente, resultado de tantos días exaustivos, pero tan buenos.

A las 8:00, aterrisábamos de vuelta en el Galeão y desembarcábamos del avión. Nos reunimos a la salida del avión. Algunos fueron al baño y yo esperé que todos llegaran. Durante la ultima hora de vuelo, me quedé pensando en algo que decir al equipo. Antes de que pasáramos, ahí en la salida del avión, era la ultima vez que estaríamos todos JUNTOS. Después vendría el lío de las valijas y consequentemente el reencuentro con los padres. Así que pedí que todos esperaran un poco y hice un pequeño discurso. Lo que dije basicamente lo voy a decir en la conclusión de esta narrativa, entonces no se preocupen que después les cuento. Fue un momento lindo, porque todos estaban cabisbajos y pude al menos, levantar un mínimo el ánimo de todos, y en resumen decía que era un honor trabajar y convivir con esas personas tan increíbles y tan amigas mías. Aunque sea un introvertido, son esos los momentos que más importan y tenía que expresarlo para todos, que todos supieran lo cuan increíble fue para mí toda la experiencia de haber ido con todos ellos a Lakeland.

Al terminar mi breve discurso, fuimos todos juntos hacia Migraciones y no tuvimos problemas, así que seguimos hacia las cintas para buscar las nuestras valijas. Otra vez toda la comitiva de AeroRio con los miles de carritos se reunía para esperar que todos estuvieran con sus volúmenes que habían traído de Lakeland. La mayor perocupación del momento del viaje de vuelta era pasar por Aduana. Los que habían comprado drones estaban con miedito de pasar por ese pasillo tan malevolo. Como estábamos todos con la misma remera y que llevábamos las medallas colgadas en el cuello, los de Aduana nos dejaron pasar y éramos libres y estábamos de vuelta a Brasil, oficialmente. Algunos quisieron pasar por el freeshop así que estuvimos unos veinte minutos esperando a que todos se reunieran en la salida.

Un momento lindo que vino en seguida es que los padres habían preparado una sorpresa para cuando llegáramos a Río. Encima, dijeron que los de TV PUC-Rio iban a estar para entrevistarnos y hacernos preguntas por nuestra hazaña. En la salida hicimos una fila, y vimos algo increíble. Todos los padres nos esperaban con remeras con nuestro simbolo de AeroRio, pero diciendo AeroPadres. Había al fondo colgado sobre dos carritos un banner con nuestra foto y nuestros logros. Era espectacular y super linda la intención de todos los padres. Finalmente, cuando llegamos nos reunimos con nuestros padres y los abrazamos. En fin estábamos en casa. Los de TV PUC-Rio me llamaron y respondí las preguntas que me hacían sobre el nuestro increíble viaje. A Larissa, Pablo y Thiago tambíen les entrevistaron y ellos hicieron lo mismo. Los momentos siguientes comprobaron mi teoría. Muchos padres ya se iban y se llevaban a sus hijos para sus casas, mientras otros se quedaron, como yo, se quedaron para ayudar a llevar las cosas a la PUC, así que estuvimos en pequeños grupos y separando el grupo para declarar el fin del viaje.

Manoel y yo decidimos ir en el camión para acompañar las cajas y valijas de Aero. Fue un viaje largo por el intenso tráfico de Río, pero la conversa que tuve con Manoel fue muy fructífera, hablamos del futuro del equipo y de los momentos geniales que pasamos en Lakeland. Fue un viaje largo que se hizo corto. A la hora y media, llegamos a la PUC pero ahora volvíamos con la victoria en el cuello y en las remeras. Desembarcamos todo en la PUC, y con el calor húmedo de Río fuimos de a poco llevando las cajas y valijas pesadas de vuelta al laboratorio de Aero. Después de 12 días, todo volvía a su lugar y volvíamos al lugar que tanto nos gusta y que tanto nos hace reunir todos los días de clases. Los que quedamos y volvimos del aeropuerto para la PUC, Manoel, Renan, Pablo, Lili, Larissa y yo decidimos ir a comer a Outback para cerrar nuestro viaje. Allá, Vidigal se juntó a nosotros y tuvimos un almuerzo divertido y rico. De ahí, fui con Thiago en el auto de vuelta a casa y con eso encerraba oficialmente el nuestro viaje.

Oficialmente, los relatos del viaje se terminan aquí, así que fue un honor escribirlos para la historia y muy gratificante poder dejar un pedazito que sea de nuestro equipo, AeroRio, para todos ustedes. El próximo texto es una conclusión más organizada y más elaborada. Así que esperen por el ultimo texto de la Saga sobre alas, que va a guardar una sorpresa. Los que encierran sus lecturas acá, muchísimas gracias por acompañarnos y conocernos un poco más, espero que les haya podido transmitir lo cuan Aero es especial. Muchas gracias.

Dia 10 (14/03): AeroRio invade Universal

Hoje foi um dia totalmente diferente. Embora eu estivesse convivendo por 9 dias com essas pessoas incríveis, essa foi uma das primeiras vezes que fizemos algo, pelo menos para mim, fora do AeroRio. Sim, às vezes fazíamos festas para comemorar uma ou outra conquista nossa, como quando ganhamos o SAE Brasil 2017, mas novamente o Aero foi o motivo que nos unia, puramente, o que nos fazia reunir. Agora íamos visitar o parque da Universal Studios todos juntos, para nos divertirmos juntos, era pura amizade (observe, claro, que as amizades já existiam há bastante tempo). E a melhor parte é que todos fomos. Eles nos disseram que no ano passado alguns ficaram, porque não queriam ir. Desta vez fomos todos. Seria caro, mas a experiência foi ótima.

Nós acordamos cedo, mais ou menos 6:00. Dormimos tarde, mas pelo menos tínhamos certeza de que as coisas do Aero estavam praticamente prontas e guardadas. Nós poderíamos ficar até mais tarde em Orlando aproveitando. Claro, nós ainda tínhamos que guardar todas as nossas coisas e para alguns que compraram de tudo, espaço seria algo que sentiriam falta nos dias seguintes. Tudo até que nos organizamos bem.

Uma coisa interessante, ou não, é que de vez em quando, como descrevi nos textos anteriores, fomos ao Wallmart para comprar comida para o jantar, ou para lanches e café da manhã. A questão é que, em geral, todos compraram muita comida nos anteriores. Em outras palavras, na despensa e na geladeira havia muitas coisas para comer e apenas dois cafés da manhã restavam. Até porque não íamos jantar ou almoçar em casa hoje. Então, o café da manhã de hoje foi bem servido. Todos liberaram suas coisas para o resto da equipe para esvaziar a despensa e a geladeira, não havia mais propriedade privada em termos de comida. Todos estavam se preparando e alguns usavam suas roupas novas para este dia. Nós decidimos ir em três carros, no Pizzaia, Larissa e Renan, poderiam dar uma pausa para o Lucas, que dirigiu muitas milhas (odeio essa unidade, por sinal) nos últimos dias. Eu fui no carro do Pizzaia. Giovanna estava passando músicas, estilos que Pizzaia não apreciava muito. Ele teve que ceder, estava dirigindo e tinha que estar atento ao volante e ao GPS. Mais uma vez foi difícil ficar acordado, mas apesar de ainda estar cansado, continuei a escrever o blog que foi uma das coisas que me ajudaram a ficar acordado. Fomos por uma estrada alternativa, longa, mas sem trânsito, pelo menos. Quando estávamos perto,  notou-se o número de pessoas que estavam visitando o mesmo parque que nós. Não ia ficar vazio, era o Spring break. Chegamos ao estacionamento e já sentíamos o quão caro era o ambiente. Pagar o estacionamento foi doloroso. Chegamos ao nosso estacionamento e nos encontramos com Renan. Larissa estava chegando. Então começamos a nos mudar para a entrada. Nós andamos e depois de uma longa fila, fomos através dos raios-X para entrar no complexo do parque. Juntos fomos para a bilheteria da Universal. A linha de compra para grupos era enorme, então decidimos passar pela linha individual que também era eterna, mas menor. Na fila, decidimos como faríamos para saber se estávamos em um grupo. O acordado é que cada um iria receber um número como identificação e ao mesmo tempo fazíamos uma lista de chamada. «Um, dois três …» e cada um gritava seu número, mostrando-se presente. Na fila funcionou, pelo menos. Às 9:00, finalmente chegamos para comprar os ingressos e novamente sentimos a dor em nossos bolsos, muitos já haviam gasto todos os seus dólares.

Universal Studios Orlando Park - AeroRio

Fomos com os tickets na mão e fomos até a entrada, com uma fila gigante de novo. Nós tiramos selfies como um grupo e esperamos, com risadas e conversas em todos os lugares. Quando passamos pela entrada, mostramos nossos ingressos e registramos nossas impressões digitais, porque poderíamos alugar armários para guardar coisas, enquanto íamos em alguma atração. Ao sair, reunimos todos e tentamos contar. «Um, dois, três …» E nada daí para frente. Para terem uma ideia, eu era o número 15 e nunca falei meu número o dia todo, o sistema era tão desfuncional e tão cômico e nunca funcionou, serviu como uma piada para o dia. Nós sempre interrompíamos aos 5. Como o Vidigal estava atento, contava o número de 19 pessoas de vez em quando.

A primeira atração que decidimos ir foi a montanha-russa no parque. Fomos todos juntos, exceto Renan, que não era um grande fã dessas máquinas produtoras de adrenalina. Ficamos na fila por um longo tempo, pelo menos 1 hora. Estava quente, então não tivemos nenhum problema com o frio. Quando estávamos perto do fim da fila, os autofalantes avisaram que a atracção estava atrasada devido a dificuldades técnicas e meteorológicas. Decidimos deixar a fila, que esperamos em vão. Melhor aproveitar o tempo em outras atrações. Continuamos andando pelo parque em busca de outros entretenimentos. Nós fomos olhar em volta e depois de 30 minutos chegamos ao fim do parque e decidimos ir ao simulador MIB e depois aos Simpsons. Descobrimos que, se estivéssemos percorrendo a fila de single riders, a fila ficaria mais rápida, melhor para nós que queríamos visitar o maior número possível de atrações. Eram brinquedos divertidos e se mostraram bons brinquedos para começar.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Ao lado dos Simpsons, havia um desses desafios para ver quem bate mais forte com o martelo. Uma demonstração de força para a equipe do Crossfit. Foram Thiago, Marçano e Pablo. Marçano foi quem foi mais longe, mas não foi o suficiente para ganhar qualquer prêmio. Thiago e Pablo tentaram usar toda a sua experiência, mas isso não deu muito certo. Aquele que organizou o jogo até deu a Marçano uma oportunidade extra, mas novamente ele não alcançou a glória.

WhatsApp Image 2018-03-14 at 20.13.59

Continuamos a caminho da área de Harry Potter do parque. Tudo muito bem decorado e organizado. Depois de um tempo, fomos para o simulador de Harry Potter e foi bom, mas um tema é que, como você pode ver, eu estou usando muitas expressões como «um tempo», «Mais tarde», «em breve» e para cada expressão acrescente uma hora, 45 minutos, por aí. O bom é que passamos muito tempo conversando, o que era basicamente o objetivo de tudo isso, estar juntos e nos divertir juntos.

Na saída, decidimos que, como muitos de nós estavam com fome, fomos comer e depois continuar o nosso caminho pelo parque. Fomos a um lugar próximo, meio italiano. Os pratos não eram espetaculares, mas eram bons o suficiente para saciar nossa fome. Comimos em grupos separados, até porque encontrar uma mesa para 19 pessoas não ia ser nada fácil. A refeição foi boa e depois de 30 minutos nós voltamos à caminhada em grupo.

DSC_0248 (2)

Por aí perto, estava a montanha-russa/simulador da múmia. Nós fizemos a fila e novamente nos deu momentos engraçados. Depois de um tempo, estávamos andando e nos divertindo nas voltas e contra-voltas da montanha-russa. No final, vimos nossas fotos e precisamos de pelo menos 10 minutos para observar cuidadosamente todos os detalhes maravilhosos dessas fotos (ironia alert). Como nós rimos! Era cada cara engraçada e surpreendente. Nós não podíamos mais parar de rir.

Continuamos a caminho da montanha russa que havíamos tentado antes. Desta vez fomos como um grupo, a fila demorou um pouco mais, mas estávamos indo juntos. Nós fomos em um bom momento da tarde. Pouco sol mas agradável para subir na montanha russa. Na fila, estávamos decidindo como nos organizaríamos nos assentos dos carros. Depois de muito tempo, subimos para os carros. Podíamos escolher uma música para ouvir no caminho, para adicionar uma imersão maior. Todos nós escolhemos a nossa e lá fomos para a adrenalina. Muito bom o passeio. A montanha-russa foi realmente incrível. Todos nós gritamos e tiramos em parte a angústia de toda a viagem. Nós levamos problemas e situações pela garganta. Foi terapêutico se é possível dizer isso. No final do passeio, nos encontramos embaixo e vimos as fotos e vídeos. Outra onda de risada generalizada. Nós choramos de tanto rir com o vídeo do Pablo. Suas reações foram muito boas. Aqueles momentos que todos nós rimos juntos e aproveitamos juntos foram os que eu também queria guardar por muito tempo.

Saímos e encontramos Renan descansando no campo ao lado. Mostramos a ele o vídeo e ele também morreu de rir. Nós também descansamos um pouco lá, alguns estavam meio tonto da recente caminhada. Conversamos e depois de 15 minutos decidimos continuar nossa jornada. Fomos a outro simulador e na saída nos encontramos em frente ao lago principal do parque. Uma bela vista para tirar fotos. Nós tiramos individuais e em grupo. Marçano e eu dissemos que todas foram para fotos de perfil. E acabou que sim … elas renderam e muito, bom para Marçano e eu, os fotógrafos oficiais da equipe.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Naquela momento, um pequeno grupo decidiu voltar à montanha-russa, incluindo Petrus, Erik, Papa, Pizzaia, Vidigal, Matheus, Giovanna e eu. Nós queríamos sentir a adrenalina novamente. Foi também um bom momento do dia. O sol já estava se pondo e a vista era incrível.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Os outros foram para outro simulador porque queriam aproveitar todas as atrações. Enquanto nós oito continuamos na montanha russa, subindo de novo e de novo. Devemos ter ido umas três vezes mais. Na quarta seguida (quinta do dia) encontramos o resto do grupo que também decidiu vir e sem dúvida foi a melhor vez. Todos do AeroRio, ou bom, aqueles que quiseram ir, saímos nos últimos dois carros do dia. Já era noite e eram 8:30. Todos juntos gritando com as curvas e manobras da montanha-russa, que sensação incrível.

Quando terminamos, não tivemos outra escolha senão sair. Quando voltamos, tiramos fotos à noite com o globo da Universal e depois tentamos comer no Hard Rock Café. Infelizmente, não havia lugar, nós teríamos que esperar por uma hora, então decidimos voltar a comer alguma coisa ao longo do caminho. Nós fomos para os carros e no caminho tiramos algumas fotos, muito cansados e um pouco atordoados de tantas vezes que nós subimos na montanha-russa.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Voltar foi um longo caminho. Eu tentei ficar acordado no carro de Renan, mas acabei cedendo à fadiga (desculpas Renan, o dia que eu tiver que dirigir, pode dormir à vontade) e a única coisa que eu vi desde que deixamos Universal foi o Burger King, quando chegamos. Comemos algo rápido porque queríamos voltar para casa para guardar nossas coisas.

Neste último jantar juntos, notei pela primeira vez algo que se tornaria comum nos próximos dois dias. A convivência eo ambiente tornou-se levemente pesada. Ainda por cima, para melhorar o ambiente, a comida não era boa e Larissa tinha ficado no carro dormindo e descansando porque tinha dirigido muito nos últimos dias, era realmente difícil dirigir em um carro diferente, em um lugar diferente e com a responsabilidade de levar todos nós e as nossas coisas, muita de coragem Larissa, assim como Pizzaia, Lucas e Renan. Enquanto isso, tudo em silêncio. Eu olhei para os lados e todos estavam meio cabisbaixos. Com os rostos sérios e um pouco tristes, notou-se que a todos lhes havia caído a ficha de que a viagem estava prestes a acabar e que, embora ainda nos íamos encontrar todos os dias na PUC e que ainda passássemos mais dois dias juntos, o sentimento de fim chegou. É claro que as amizades e a união que conseguimos construir levarão muito tempo para desaparecer (espero que nunca na realidade), mas as coisas mudariam um pouco, a rotina nos pesa e nos distancia. O bom é que somos AeroRio e rotina é algo difícil de conseguir.

Nós voltamos para a casa e começamos a arrumar as coisas. Para alguns como eu não havia muito problema, eu não carregava muito mais do que tinha. Para outros, era difícil e precisaram pedir ajuda e espaço dos outros para fechar suas malas. Exemplos não dizer, mas vou apenas mencionar que havia 6 litros de shampoo, um compressor de tamanho pequeno, uma coleção de vários, três drones (o quê diria a Alfândega no Brasil) e uma bolsa grande de GAP perdida (e sem dono até o dia seguinte) envolvidos. Proprietários que se identifiquem mais tarde (ou não).

Eu preparei minhas coisas e guardei coisas do Aero até às 2:00, outros ficaram acordados, porque o trabalho de fechar a mala era mais complicado. Deixei tudo organizado para amanhã, porque ia ser um longo dia e corrido. Também, o check-out era às 11:00, então teríamos que sair da casa mais ou menos como nós a recebemos. O último dia de férias em Lakeland acabou e amanhã tínhamos toda a viagem de volta ao Rio que ainda tinha muito a nos reservar. Vamos ver o que acontece.

Día 10 (14/03): AeroRio invade Universal

Hoy fue un día totalmente diferente. Aunque estuviera conviviendo por 9 días con estas personas increíbles, esta era una de las primeras veces que hacíamos algo, por lo menos para mí, fuera de AeroRio. Sí, a veces hacíamos unas fiestitas para celebrar una que otra, como cuando ganamos el SAE Brasil 2017, pero nuevamente Aero era el motivo que nos unía, lo que nos hacía reunir. Ahora íbamos a visitar el parque de Universal Studios todos juntos, para divertirnos juntos, era por pura amistad (observen, claro, que las amistades ya venían de hace tiempo). Y lo mejor es que íbamos todos. Nos contaron que el año pasado unos se quedaron, porque no querían ir. Esta vez estábamos todos. Iba a ser caro, pero la experiencia era genial.

Nos despertamos temprano, como unas 6:00. Dormimos tarde, pero por lo menos teníamos la seguridad que las cosas de Aero estaban practicamente listas y guardadas. Podríamos quedarnos hasta tarde en Orlando aprovechando. Claro, todavía teníamos que guardar todas nuestras cosas y para algunos que se habían comprado de todo en los outlets espacio es lo que iba a faltar para los días siguientes. Todos hasta que nos habíamos organizado bastante.

Una cosa interesante, o no, es que a cada tanto, como describí en los textos anteriores, íbamos a Wallmart a comprar comida para la cena, o para meriendas y desayunos. El tema es que en general todos habían comprado demasiada comida para los días que restaban. O sea, en la despensa y en la heladera había muchas cosas para comer y sólo restaban dos desayunos. Hasta porque no íbamos a cenar ni almorzar en la casa hoy. Así que el desayuno de hoy fue bien servido. Todos liberaron para el resto del equipo sus cosas para poder ir vaciando la despensa y heladera, no había más propriedad privada en los términos de comida. Todos se iban preparando y algunos lucían sus ropas nuevas para este día. Decidimos ir en tres autos, en el de Pizzaia, Larissa y Renan, le vendría bien un descanso a Lucas, que manejó muchos kilómetros los ultimos días. Fui en el auto de Pizzaia. Giovanna iba pasando musica, estilos de los cuales Pizzaia no era muy apreciador. Tuvo que ceder, estaba manejando y tenía que estar atento al volante y al GPS. Otra vez fue dificil mantenerse despiertos, pero aunque seguía cansado, continué escribiendo el blog que era una de las cosas que me ayudaba a estar despierto. Fuimos por un camino alternativo, largo pero sin tráfico, por lo menos. Cuando nos acercamos se notaba la cantidad de personas que iban a visitar el mismo parque que nosotros. No iba a estar vacío, era época de Spring break. Llegamos al estacionamiento y ya sentíamos cuan caro era el ambiente. Pagar el estacionamiento fue doloroso. Llegamos al nuestro espacio para estacionar y nos reunimos con Renan. Larissa estaba por llegar. Así que nos empezamos a desplazar para la entrada. Caminamos y después de mucha fila pasamos por los rayos-X para entrar al complejo de los parques. Juntos fuimos hasta la boletería de Universal. La fila para grupos era gigante, así que decidimos pasar por la fila individual que también era eterna, pero menor. En la fila decidíamos como íbamos hacer para saber si estábamos en grupo. Lo acordado es que cada uno iba a recibir un número como identificación y a cada tanto hacíamos un check list. «Uno, dos tres,…» y cada uno gritaba su numero, mostrandose presente. En la fila funcionaba, por lo menos. A las 9:00, finalmente llegábamos para comprar los tickets y otra vez sentimos el dolor en los nuestros bolsillos, muchos ya se habían gastado todos sus dólares.

Universal Studios Orlando Park - AeroRio

Pasamos con los tickets en manos y fuimos hacia la entrada, con fila gigante otra vez. Sacamos selfies en grupo y esperábamos, con risas y conversas por doquier. Al pasar por la entrada, mostramos nuestros tickets y registramos nuestras huellas digitales, porque podíamos alquilar lockers para guardar las cosas, mientras íbamos en alguna atracción. Al salir, juntamos a todos y tratamos de hacer el conteo. «Uno, dos, tres…» Y nada de ahí en delante. Para que tengan una idea, yo era el número 15 y nunca lo dije en todo el día, sistema era muy gracioso y nunca funcionó, nos sirvió como anécdota para el día. Siempre interrumpíamos en el 5 como mucho. Cómo Vidigal estaba atento, iba contando a cada tanto el número 19 de personas.

La primer atracción que decidimos ir era la montaña rusa del parque. Fuimos todos juntos, menos Renan que no era muy fan de estas máquinas productoras de adrenalina. Estuvimos en la fila por mucho tiempo, por lo menos 1 hora. Hacía calor, así que no tuvimos problema con frío. Cuando estábamos a poco del fin de la fila, por los parlantes avisaron que la atracción se estaba retrasando por dificuldades técnicas y meteorologicas. Decidimos salir de la fila, mismo que hubiésemos esperado en vano. Mejor aprovechar el tiempo en otras atracciones. Seguimos caminando por el parqueen búsqueda de otras diversiones. Fuimos mirando todo y a los 30 minutos llegamos al fin del parque y decidimos ir al simulador de MIB y después el de los Simpsons. Descubrimos que si íbamos por la fila de single rider la fila andaba más rapido, mejor para nosotros que queríamos visitar el maximo de atracciones posible. Fueron divertidos y se mostraron buenos juguetes para empezar.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Al lado de los Simpsons había uno de esos desafíos para ver quien pega más fuerte con el martillo. Una demostración de fuerza para los de Crossfit del equipo. Para la primera vez fueron Thiago, Marçano y Pablo. Marçano fue el que había llegado más lejos, pero no era lo suficiente para ganar cualquier premio. Thiago y Pablo trataron de usar toda su experiencia, pero no les rindió mucho. El que organizaba el juego hasta le dió una oportunidad extra a Marçano, pero nuevamente no logró la gloria.

WhatsApp Image 2018-03-14 at 20.13.59

Continuamos camino hacia la zona de Harry Potter del parque. Todo muy bien ambientado y organizado. Al rato, fuimos al simulador de Harry Potter y estuvo bueno, pero un tema es que como pueden observar, estoy usando muchas expresiones del tipo: «Al rato», «Después», «en seguida», y para cada expresión agreguen una hora, 45 minutos, por ahí. Lo bueno es que pasábamos mucho tiempo conversando, que en gran parte era el objetivo de todo esto, estar juntos y divertirnos juntos.

El simulador Harry Potter era realmente bueno. A la salida decidimos que como muchos estaban con hambre que fuéramos a comer y después siguiéramos camino por el parque. Fuimos a un lugar cerca, medio italiano. Los platos no eran espectaculares pero eran buenos lo suficiente para sacar nuestra hambre. Comimos en grupos separados, hasta porque para encontrar una mesa para 19 personas no iba a ser del todo facil. Comimos rico y a los 30 minutos estábamos de vuelta caminando en grupo.

DSC_0248 (2)

Cerca de ahí, estaba la montaña rusa/simulador de la Momia. Hicimos la fila y otra vez nos rindió momentos graciosos. Al rato, estábamos andando y divirtiendonos en la vueltas y contra vueltas de la montaña rusa. Al final, vimos las nuestras fotos y necesitamos por lo menos unos 10 minutos para observar con cautela todos los detalles maravillosos de esas fotos (ironía alert). Cómo nos reímos!! Era cada cara graciosa y sorprendente. No podíamos más de la risa.

Seguimos camino hacia la montaña rusa que habíamos tratado de ir antes. Esta vez fuimos en grupo, la fila tardó un poco más pero íbamos ir juntos. Fuimos en un buen momento de la tarde. Poco sol pero lindo para andar en la montaña rusa. En la fila, íbamos decidiendo como nos íbamos a organizar en los asientos del carro. Después de un largo rato subíamos a los carros. Podíamos eligir una música para escuchar en trayecto, para agregar una imersión mayor. Todos eligimos las nuestras y ahí fuimos hacia la adrenalina. Muy bueno paseo. La montaña rusa era realmente increíble. Todos gritamos y sacamos en parte la angustia de todo el viaje. Sacamos los problemas y las situaciones por la garganta. Fue terapéutico si se puede decir así. Al terminar el paseo nos encontramos abajo y vimos las fotos y videos. Otra ola de risas generalizada. Lloramos de tanto reír con el video de Pablo. Sus reacciones eran muy buenas. Esos momentos que todos reíamos juntos y aprovechando eran los que también quería guardar por mucho tiempo.

Salimos y encontramos a Renan que descansaba en el campo de al lado. Le mostramos el video y también se moría de reír. También descansamos un poco ahí, algunos estaban medio mareados del reciente paseo. Conversamos y a los 15 minutos decidimos continuar la nuestra ida. Fuimos a otro simulador y a la salida nos encontramos en frente al lago principal del parque. Una linda vista para sacar fotos. Sacamos individuales y en grupo. Marçano y yo deciamos que iban todas para las fotos de perfil. Y terminó que si… rindieron y mucho las fotos.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

En ese momento un grupito decidió volver a la montaña rusa incluyendo a Petrus, Papa, Pizzaia, Vidigal, Matheus, Giovanna y yo. Queríamos volver a sentir la adrenalina. Además era un momento del día lindo. El sol ya se estaba poniendo y resultó que la vista era increíble.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Los otros fueron a otro simulador querían aprovechar todas las atracciones. Mientras que nosotros siete seguimos en la montaña rusa, subiendo una y otra vez. Debemos haber ido unas tres veces más. En la cuarta seguida (quinta vez del día) encontramos al resto del grupo que también decidió venir y sin dudas fue la mejor. Todo AeroRio, o bueno, los que quisieron ir, salimos en los dos ultimos carros del día. Ya era de noche y eran las 20:30. Todos juntos gritando con las vueltas y maniobras de la montaña rusa, que sensación genial.

Al terminar, no teníamos otra que sino salir. Al volver sacamos fotos de noche con el globo de Universal y después tratamos de ir a comer al Hard Rock Café. Desafortunadamente, no había lugar, habría que esperar por una hora, así que decidimos volver para comer algo en el camino. Fuimos a los autos y en camino sacamos algunas fotos, muy cansados y un poco mareados de tantas veces que anduvimos en la montaña rusa.

El pase de diapositivas requiere JavaScript.

Volver fue un camino largo. Yo traté de quedarme despierto en el auto de Renan, pero terminé cediendo a la fadiga del cuerpo (disculpas Renan, el día que tenga que manejar piedes dormir lo que quieras) y la única cosa que vi desde que salimos de Unovera fue el Burger King cuando llegamos. Comimos algo rapido porque queríamos volver a la casa para guardar nuestras cosas.

En esta ultima cena juntos noté por primera vez algo que se haría común en los proximos dos días. La convivencia se hizo levemente pesada. Encima, la comida no estaba buena y Larissa se había quedado en el auto durmiendo porque manejar la desgastaba mucho, era realmente dificil manejar en un auto diferente, en un lugar diferente y con la responsabilidad de cargar a todos nosotros y nuestras cosas, mucho coraje de Larissa, bien como de Pizzaia, Lucas y Renan. Mientras tanto todos en silencio. Miraba para los lados y estaban casi todos cabisbajos. Con los rostros serios y un poco entristecidos, se notaba que a todos se les había caído la ficha de que el viaje se terminaba y de que aunque todavía ibamos a encontrarnos todos los días y de que todavía iríamos pasar dos días mas juntos, la sensación de fin vino. Claro, las amistades y la unión que logramos construir va a tardar muchísimo en deshacerse (espero que nunca en realidad) pero las cosas cambiarían un poco, la rutina nos pesa y nos distancia. Lo bueno es que somos AeroRio y rutina es algo difícil de conseguir.

Volvimos a la casa y empezamos a empacar las cosas. Para algunos como yo no hubo mucho problema, no llevaba muchas cosas más. Para otros, les fue dificil y tuvieron que recorrer a la ayuda y espacio de otros para poder cerrar sus valijas. No digo ejemplos pero sólo voy mencionar que había 6 litros de shampoo, un compresor de tamaño mediano (sí, no estoy jugando), tres drones y una bolsa grande de GAP perdida (y sin dueño hasta el siguiente día) para despachar. Los dueños que se identifiquen después (o no).

Yo preparé mis cosas y estuve guardando cosas de Aero hasta las 2:00, otros se quedaron despiertos directo, porque su trabajo de cerrar la valija era mas complicado. Dejé todo organizado para mañana, porque iba a ser un día largo y corrido. Además el check out era a las 11:00 así que tendríamos que dejar la casa más o menos como la recibimos. El ultimo día de vacaciones en Lakeland se terminaba y mañana se venía toda la movida de vuelta a Río que todavía nos tenía mucho que reservar. Vamos ver lo que pasa.